MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Agência Estado 
Leve alta
Após subir quase 2% pela manhã, a Bovespa devolveu parte dos ganhos e terminou com alta leve. A desaceleração foi resultado da queda das bolsas dos EUA, que também inverteram o sinal positivo visto mais cedo, devido ao recuo dos preços do petróleo a balanços corporativos fracos. No fim dos negócios, o Ibovespa subiu 0,25% ontem aos 47.876,66 pontos. Na máxima, a bolsa atingiu 48.687 pontos e, na mínima, 47.619 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 5,369 bilhões, segundo dados preliminares. No ano, a Bovespa tem queda acumulada de 4,26%.
Petrobras
A Bovespa iniciou a sessão em alta, acompanhando o bom humor das bolsas europeias e dos índices futuros em Nova York, em meio às expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) anunciará um relaxamento quantitativo, no fim de sua reunião de política monetária, na quinta-feira. O avanço da bolsa também recebeu impulso da alta superior a 6% das ações da Petrobras, depois de o Ministério da Fazenda anunciar aumento de impostos sobre combustíveis.
China
Os ganhos da Vale e das siderúrgicas contribuíram para a alta da bolsa, após serem impulsionados por indicadores econômicos da China. O Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresceu 7,4% em 2014, abaixo da meta de 7,5% de Pequim e o ritmo mais fraco de expansão desde 1990, mas acima do aumento previsto de 7,3%. Dados de produção industrial e de vendas no varejo do gigante asiático, referentes a dezembro, também vieram acima do esperado.

Ações
Petrobras ON (+0,11%), Petrobras PN (+1,41%), Vale ON (+0,42%) e Vale PNA (+0,58%). Algumas ações do setor financeiro recuaram, com Bradesco PN (-0,32%) e Banco do Brasil (-0,45%). Itaú Unibanco PN subiu 0,33%.
Dólar
O dólar terminou o dia na menor cotação desde o dia 10 de dezembro. O recuo também foi resultado de um movimento de ajuste depois de a moeda ter acentuado os ganhos no fim da tarde, em meio à notícia de um corte de energia que atingiu vários Estados brasileiros. O dólar fechou com baixa de 1,28%, aos R$ 2,6160. O volume de negócios totalizava cerca US$ 1 bilhão, perto das 16h30 de ontem. No mercado futuro, o dólar para fevereiro perdia 1,37%, para R$ 2,6260.
Juros
No fim da sessão, DI para abril de 2015 (132.355 contratos) tinha taxa de 12,219%, ante 12,213% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 (175.460 contratos) terminou com taxa de 12,63%, de 12,67% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2017 (192.045 contratos) projetava taxa de 12,30%, de 12,41% no ajuste da véspera; e o DI para janeiro de 2021 (75.150 contratos) tinha taxa de 11,79%, ante 12,05% no ajuste de ontem.


