MERCADO FINANCEIRO
Subiram
Ações de Elétricas
Desceu
Petrobras
Baixa
O Ibovespa terminou o dia com retração de 0,82%, aos 47.645,87 pontos. Na mínima, registrou 47.372 pontos (-1,39%) e, na máxima, 48.281 pontos (+0,50%). No mês e no ano, acumula perda de 4,72%. O giro financeiro totalizou R$ 6,402 bilhões, conforme dados são preliminares.
Motivo
A busca por ativos seguros teve início após o Banco Mundial ter revisado em baixa as projeções para o crescimento global. Mesmo sem ser novidade, isso gerou pressão vendedora nos ativos de maior risco.
Petrobras
O petróleo, que mais cedo operava também no vermelho, virou para cima durante a sessão. Na Nymex, o contrato para fevereiro registrava às 17h15 evolução de 3,03%, a US$ 47,28 o barril. O desempenho, porém, não aliviou as vendas em Petrobras, que caíram 3,74% na ON e 2,89% na PN diante do noticiário sobre corrupção na empresa.
Siderúrgicas
Vale ON desabou 8,04% e liderou as perdas do Ibovespa, seguida por Vale PNA (-7,77%) e Bradespar PN (-7,22%), acionista da mineradora. Outras quedas foram Gerdau PN, -4,40%, Metalúrgica Gerdau PN, -4,53%, Usiminas PNA, -3,08%, e CSN ON, -3,56%.
Financeiras
Bancos subiram e aliviaram o desempenho negativo do índice. Bradesco PN valorizou 1,06%, Itaú Unibanco PN, +0,68%, BB ON, +0,73%, e Santander unit, +1,44%.
Elétricas
Com a perspectiva de alta de ao menos 30% nas tarifas neste ano, as elétricas tiveram dia de ganhos. CPFL ON subiu 3,20%, Copel PNB, 1,75%, Eletrobras ON, 2,17%, PNB, 2,93%.
Racionamento
Sabesp ON recuou 1,22%, no dia em que o governador Geraldo Alckmin admitiu pela primeira vez racionamento de água em São Paulo apesar de ter voltado atrás no termo. A Justiça suspendeu a adoção de multas para os clientes que aumentarem o consumo.
Nos EUA
As bolsas caminhavam para um fechamento em baixa, com o Dow Jones em -1,40%, o S&P 500 em -1,04% e o Nasdaq, -0,81%.
Dólar
O dólar no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,6200, baixa de 0,49%, a segunda queda consecutiva e a quarta em cinco pregões. Na mínima do dia, marcou R$ 2,6050 (-1,063%) e, na máxima, R$ 2,6500 (+0,64%). No mercado futuro, o dólar para fevereiro tinha perda de 1,02% às 16h33, a R$ 2,6325.
Taxas de juros
Os juros futuros repercutiram a possibilidade de forte aumento das tarifas de energia neste ano. O contrato de DI com vencimento em abril de 2015 (54.315 contratos) estava em 12,21%, de 12,203% no ajuste anterior. Para janeiro de 2016 (159.615) apontava 12,66%, de 12,67%. Para janeiro de 2017 (303.220) mostrava 12,44%, de 12,47%. E para janeiro de 2021 (83.780) indicava 12,08%, de 12,09%. (Agência Estado)





