MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Agência Estado 
Em queda
A Bovespa começou a semana em queda, sem pisar um único momento no azul. O movimento de aversão ao risco que conduziu os negócios deixou poucas ações em alta, com Petrobras e Oi entre os destaques negativos. Vale melhorou ao longo da sessão e a ação ON virou e subiu. Bancos caíram.
Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,43%, aos 48.139,74 pontos. Na mínima, registrou 47.956 pontos (-1,81%) e, na máxima, 48.840 pontos (estável). No mês e no ano, acumula perda de 3,73%. O giro financeiro totalizou R$ 5,623 bilhões.
Petrobras
Petrobras ON caiu 5,60% e a PN recuou 5,21%. No exterior, o contrato do petróleo para fevereiro caía 4,36% às 17h24, a US$ 46,25 o barril na Nymex.
Vale
O recuo do preço do minério de ferro segurou Vale no vermelho praticamente o dia todo. Na última hora da sessão regular, no entanto, a ação ON virou e assim ficou até o final. Vale ON, +1,30%, e PNA, -0,20%.
Bancos
O setor financeiro caiu em bloco: Bradesco PN fechou em baixa de 1,78%, Itaú Unibanco PN, de 2,42%, BB ON, de 1,73%, e Santander unit, de 1,09%.

Baixas
A lista de maiores baixas do índice foi liderada por Oi PN (-13,64%). Os papéis passaram por leilão à tarde, após atingirem a oscilação máxima permitida. Foi adiada a assembleia de acionistas da holding PT SGPS para decidir sobre a venda da operadora PT Portugal para o grupo francês Altice. A PT SGPS tem 25,6% da Oi, que, por sua vez, é dona da operadora portuguesa.
EUA
No exterior, as bolsas norte-americanas operavam em baixa, na contramão do fechamento da Europa, pesadas pelo desempenho do petróleo. No final da sessão regular dos negócios domésticos, o Dow Jones caía 0,52%, o S&P 500 perdia 0,76% e o Nasdaq, 0,74%.
Dólar
No mercado à vista de balcão, o dólar encerrou em R$ 2,668 (+1,10%). Na máxima da sessão, marcou R$ 2,674 (+1,33%). Na mínima, chegou a R$ 2,639 (-0,19%). O giro financeiro perto das 16h30 era de US$ 1,202 bilhão, sendo US$ 1,156 bilhão em D+2. No futuro, o dólar para fevereiro era cotado em R$ 2,683, em alta de 1,36%.
Juros
Ao final da sessão regular da BM&FBovespa, nas taxas curtas, o DI abril de 2015 estava em 12,230%, de 12,190% no ajuste anterior, com 63.015 contratos; o DI para janeiro de 2016 (73.410 contratos) projetava 12,75%, ante 12,69% no ajuste da sexta-feira. Nos longos, o DI para janeiro de 2017, com 190.430 contratos, tinha taxa de 12,58%, de 12,48% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 indicava taxa de 12,17%, ante 12,05%, com 54.995 contratos.


