Subiu
Petrobras
Desceu
Santander

Terceira alta
O Ibovespa subiu ontem 0,97%, aos 49.943,30 pontos, a terceira alta seguida. Na máxima, a bolsa registrou 50.261 pontos (+1,61%) e na mínima, 49.017 pontos (-0,90%). O volume de negócios totalizou R$ 6,024 bilhões. No ano, acumula baixa de 0,13%.

Suporte internacional
A Bovespa recebeu suporte da alta em Wall Street, diante da recuperação dos preços do petróleo e das sinalizações vindas da ata de política monetária divulgada anteontem pelo Federal Reserve (Fed), de que o processo de alta dos juros nos Estados Unidos não será imediato. Também foi impulsionada pelas expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) anuncie novas medidas de estímulo na Europa.

Petrobras
Os ganhos da Bovespa foram liderados pelas ações de Petrobras, Vale e dos bancos. As ações ON e PN da estatal fecharam a 6,75% e 5,88%, respectivamente. O ganho refletiu um movimento de correção de preços, após os papéis terem atingido as mínimas em mais de dez anos e o aparente alívio nos preços do petróleo.

Siderurgia
As ações da Vale fecharam em alta de 1,06% (ON) e 0,55% (PNA). Já Usiminas PNA (-5,00%), CSN ON (-2,44%) e Gerdau PN (-1,92%) devolveram parte dos fortes ganhos registrados nos últimos dias.

Financeiras
Também fecharam no azul Banco do Brasil ON, +0,34%, Bradesco PN, +0,52%, e Itaú Unibanco, +1,56%. As units do Santander contrariaram a tendência e recuaram 1,57%, afetados pela notícia de que a matriz do banco espanhol votará um aumento de capital de até 7,5 bilhões de euros.

Nos EUA
No fim da tarde em Nova York, o índice Dow Jones subia 1,69%, o S&P 500 (+1,72%) e o Nasdaq (+1,90%).

Dólar
O dólar fechou ontem em queda no mercado à vista, influenciado pela notícia do contingenciamento fiscal no Brasil e pela ata do Fed. O dólar à vista caiu 1,44%, a R$ 2,6680. O volume de negócios totalizava US$ 1,261 bilhão, por volta das 16h30. No mercado futuro, o dólar para fevereiro recuava 0,59%, a R$ 2,6855.

Juros
O anúncio do corte de gastos pelo governo e dados da atividade industrial mais fracos que o esperado pressionaram os juros para baixo. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2015 (156.070 contratos) fechou com taxa de 12,190%, de 12,215% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2016 (97.150) projetava 12,72%, ante 12,74%. O DI para janeiro de 2017 (201.310) tinha taxa de 12,59%, ante 12,61%. No trecho mais longo, o DI para janeiro de 2021 (135.690) indicava 12,21%, de 12,18%. (Agência Estado)

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