Subiu
Vale
Desceu
Petrobras

Alta
A Bovespa interrompeu cinco sessões seguidas de queda e terminou ontem em alta, com suporte da Vale e de siderúrgicas ainda que a Petrobras e as bolsas em Nova York tenham exercido pressão negativa. O Ibovespa subiu 1,02%, aos 48.000,92 pontos. Na máxima, atingiu 48.061 pontos (+1,15%) e, na mínima, 47.338 (-0,38%). O volume dos negócios totalizou R$ 7,664 bilhões. No ano, acumula queda de 4,01%.

Petrobras
As ações da ON e PN da Petrobras recuaram 2,54% e 3,25%, respectivamente, estendendo as perdas da véspera. Os papéis da companhia foram afetadas pela notícia de que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) aplicou multa de R$ 18,7 milhões à estatal por irregularidades em duas plataformas.

Por cima
Entre os destaques positivos estavam as ações da Vale, que avançaram 4,01% (ON) e 4,10% (PNA), impulsionados por uma notícia vinda da China e pela recuperação do minério de ferro no mercado à vista chinês. Bradespar PN, importante acionista da mineradora, subiu 3,96%. O setor de siderurgia também fechou em alta: CSN ON (+6,80%), Usiminas PNA (+4,89%) e Gerdau PN (+11,12%).

Setor financeiro
As ações dos bancos terminaram com avanço: Bradesco PN (3,29%), Itaú Unibanco PN (1,62%) e Banco do Brasil (1,40%).

Nos EUA
A alta da Bovespa contrariou a queda de mais de 1% exibida pelas bolsas de Nova York, pressionadas pelo recuo do petróleo. Perto das 17h30, caíam o Dow Jones (-0,99%), o S&P 500 (-1,02%) e o Nasdaq (-1,38%).

Dólar
O dólar terminou em queda, impactado pela reação positiva do mercado à fala do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anteontem. Ele reafirmou o compromisso com o ajuste fiscal das contas públicas. A moeda à vista terminou com baixa de 0,66%, a R$ 2,6980. O volume de negócios somava US$ 1,228 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para fevereiro recuava 0,35%, a R$ 2,6980.

Juros
As taxas de juros futuras fecharam em queda pelo segundo dia consecutivo, alinhadas com o recuo dos rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americano) devido à aversão ao risco no exterior. O DI com vencimento em abril de 2015 (76.175 contratos) tinha taxa de 12,215%, de 12,238% no ajuste de ontem. Para janeiro de 2016 (132.280) fechou com taxa de 12,78%, de 12,86%. Para janeiro de 2017 (118.115) estava em 12,66%, de 12,82% na véspera. O DI para janeiro de 2021 (80.200) tinha taxa de 12,08%, ante 12,22%. (Agência Estado)

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