Subiu - Bovespa

Caiu - Nasdaq

Nova alta
As altas consistentes das ações da Petrobras e da Vale ajudaram a Bovespa a registrar ontem a terceira sessão consecutiva de alta. No fim do dia, o Ibovespa subiu 1,53%, aos 50.889,81 pontos, na máxima. Na mínima, tocou 49.815 pontos (-0,61%). O volume de negócios totalizou R$ 4,558 bilhões. No ano, acumula baixa de 1,20% e no mês, queda de 7,01%.

Petrobras
As ações da Petrobras ON e PN fecharam com ganhos de 5,95% e 6,30%, respectivamente. A companhia informou novo recorde histórico de produção própria diária de óleo e LGN no último dia 21 de dezembro, com 2,286 milhões de barris.

Siderúrgicas
A Vale e siderúrgicas também ajudaram, após divulgação da terceira revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, que cresceu a uma taxa anual de 5,0% no terceiro trimestre, mais do que os 3,9% estimados anteriormente. O fechamento dos negócios foi positivo para Vale ON (+3,98%), Vale PNA (+4,56%), CSN (+8,67%), Gerdau PN (+3,83%) e Usiminas (+2,11%). A maior alta da Bovespa, porém, foi das ações ON da Rossi Residencial (+27,52%), ajudada pela recuperação após tombos recentes.

Nos EUA
Os dados dos EUA impulsionaram os ganhos das bolsas em Nova York, com exceção do Nasdaq, que apagou os ganhos pressionado pelas ações do setor biotecnologia. Perto das 17h30, havia alta de 0,53% no Dow Jones e de 0,29% no S&P 500 e baixa de 0,20 no Nasdaq.

Petróleo
O petróleo fechou em alta, reagindo a sinais de aumento da demanda na China e nos EUA. Por volta das 17h30, os contratos de petróleo bruto para fevereiro subiam 1,55%, para US$ 56,87 por barril na New York Mercantile Exchange.

Dólar
Enquanto o PIB dos EUA cresceu, o Banco Central (BC) brasileiro anunciou ontem uma redução na projeção para o crescimento da economia de 0,7% para 0,2%. O resultado foi a disparada da moeda norte-americana, que encerrou a sessão em alta de 1,69%, a R$ 2,7070. Em dezembro, o dólar à vista acumula alta de 5,45% e, no ano, sobe 14,90%. Na BM&FBovespa, às 16h42, o dólar futuro de janeiro de 2015 estava em alta de 1,48%.

Juros
As taxas futuras de juros fecharam em alta após o BC afirmar que fará "o que for preciso" contra a inflação. O contrato de depósito interfinanceiro (DI) para abril de 2015 (82.045 contratos) ficou em 12,200%, de 12,190% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2016 (137.865 contratos) mostrou 12,92%, de 12,89%. O DI para janeiro de 2017 (85.115 contratos) indicou 12,88%, de 12,85%. E o DI para janeiro de 2021 (22.230 contratos) apontava 12,37%, de 12,31%. (Agência Estado)

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