Menor nível
A Bovespa fechou em queda ontem, no menor nível de pontos desde 31 de março deste ano, em meio ao mau humor dos investidores com a situação econômica do País. A aversão ao risco que tomou conta dos mercados internacionais, após o governo chinês anunciar uma medida sobre bônus corporativos, também contribuiu para as perdas da bolsa brasileira.

Pregão
No fim do pregão, o Ibovespa caiu 0,16%, para 50.193,47 pontos. Na máxima, a bolsa atingiu 50.260 pontos (-0,03%) e, na mínima, 49.396 pontos (-1,75%). O giro de negócios somou R$ 6,426 bilhões, segundo dados preliminares. No ano, o Ibovespa acumula perda de 8,28% e, no mês, baixa de 2,55%.

Juros
No fechamento, as ações PN do Bradesco subiram 2,33%, impulsionadas pela informação de que a diretoria do banco propôs ao conselho o pagamento de juros sobre o capital próprio complementares aos acionistas, no valor de R$ 2,600 bilhões, sendo R$ 0,590325 brutos por ação ordinária e R$ 0,649358 por preferencial. Os papéis PN do Itaú Unibanco seguiram a tendência e avançaram 0,39%.

Vermelho
Do lado negativo, as ações da Petrobras e da Vale fecharam no vermelho. As ações da estatal foram pressionadas pelo agravamento da situação da empresa, em meio à queda do petróleo e à notícia de que a estatal é alvo de uma ação coletiva de detentores de ADRs na Corte de Nova York. Petrobras ON e Petrobras PN recuaram 1,59% e 1,22%, respectivamente. As ações da Vale caíram 2,33% (PNA) e 2,27% (ON), reagindo à trajetória de baixa do preço do minério de ferro. Ontem, o preço da commodity cedeu 0,4% no mercado à vista chinês, para US$ 69,4 a tonelada.

Dólar
O dólar fechou em queda em relação ao real ontem, interrompendo três sessões seguidas de alta, alinhado ao declínio visto ante outras moedas internacionais. No fim do dia, o dólar à vista fechou cotado a R$ 2,5950 (-0,61%), no balcão.

Taxas de juros
No término do pregão regular na BM&F Bovespa, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para abril de 2015 (130.460 contratos) fechou com taxa de 11,960%, ante 11,970% no ajuste de anteontem. O DI para julho (23.705 contratos) de 2015 registrou 12,22%, de 12,250%. O DI para janeiro de 2016 (120.405 contratos) terminou com taxa de 12,47%, de 12,48%. O DI para janeiro de 2017 apontou 12,39% no fechamento, de 12,41%. E o DI para janeiro de 2021 (48.750 contratos) tinha taxa de 12,06%, ante 12,03%.

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