Recuperação
A Ibovespa interrompeu ontem uma sequência de cinco quedas, mas teve um pregão apático, sobretudo no período da tarde, quando o índice pouco se mexeu, situando-se em alta de mais de 1% e sem se afastar muito dos 52,2 mil pontos. A grande maioria das ações terminou em alta, mas o destaque foi a Petrobras, que recuperou parte da queda de mais de 15% acumulada nas últimas sete sessões. O Ibovespa terminou o dia com valorização de 1,37%, aos 52.320,48 pontos. No mês, acumula queda de 4,39% e, no ano, sobe 1,58%. O giro financeiro totalizou R$ 4,916 bilhões.

Ambiente
O mercado doméstico acabou apenas monitorando os principais assuntos do dia: volta da CPMF, votação da LDO e decisão de política monetária pelo Copom. Nos dois últimos pregões, o setor financeiro acabou caindo penalizado pela possibilidade de volta do "imposto do cheque". Hoje, os bancos terminaram em alta. Bradesco PN subiu 1,68%, Itaú Unibanco PN, 1,29%, BB ON, 0,63%, e Santander unit, 0,69%.

Ações
Petrobras ON terminou em alta de 5,26% e a PN, de 4,95%. Nas sete sessões anteriores, os papéis haviam recuado, acumulando perdas de 16,36% e 15,17%, respectivamente. Vale também subiu hoje. A ON teve ganho de 1,39% e a PNA, de 0,37%.


Imagem ilustrativa da imagem MERCADO FINANCEIRO



Dólar
O movimento de alta dos juros ajudou a influenciar a baixa do câmbio hoje - e não o contrário como costuma acontecer. Com o repique desta tarde dos DIs, sobrou espaço para a moeda norte-americana cair. O dólar à vista no balcão terminou a sessão em queda de 0,74%, a R$ 2,5550. Na mínima, registrou R$ 2,5510 (-0,89%) e, na máxima, R$ 2,5860 (+0,47%). O giro à vista somou US$ 1,492 bilhão, sendo US$ 1,163 bilhão em D+2, às 16h26. No mesmo horário, o dólar para janeiro estava em baixa de 0,58%, a R$ 2,5740.

Juros
Antes de um dos encontros do Comitê de Política Monetária (Copom) mais aguardados dos últimos tempos, o mercado de juros foi para a arquibancada ontem com sua convicção de aumento de 0,50 ponto porcentual na taxa Selic abalada pela possibilidade de o BC providenciar uma alta maior, de 0,75 ponto porcentual. Ao término da sessão regular, o contrato de DI para janeiro de 2015 (846.975 contratos) marcava 11,597%, de 11,559% ontem. O DI para janeiro de 2016 (136.450 contratos) estava em 12,60%, de 12,56%; o DI para janeiro de 2017 (138.220 contratos) registrou 12,47%, de 12,42% no ajuste anterior. E a taxa do DI para janeiro de 2021 (65.385 contratos) marcava 11,92%, igual à véspera.

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