Subiu
Ibovespa
Desceu
Dólar

Volatilidade
A Bovespa fechou a sessão de ontem com leve alta, após registrar forte volatilidade durante a tarde, devido à oscilação das ações da Petrobras e à ausência de notícias sobre o anúncio da equipe econômica. No fim do pregão, o Ibovespa subiu 0,28%, para 55.560,81 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 8,690 bilhões. Na máxima do dia, a Bolsa atingiu 56.387 pontos (+1,77%) e na mínima, 55.204 pontos (-0,37%). O Ibovespa acumula altas de 7,87% no ano e de 1,71% em novembro.

Investidor
No setor corporativo local, as ações da Petrobras terminaram em queda de 1,12% (ON) e de 0,42% (PN). A estatal confirmou que recebeu na última sexta-feira uma notificação do regulador mobiliário norte-americano, a SEC, requerendo documentos relativos à investigação sobre as denúncias de corrupção envolvendo a empresa. A informação tende a afastar ainda mais o investidor estrangeiro dos papéis da companhia, assustado com os escândalos, e o maior receio é de que a Bolsa de Nova York (NYSE) suspenda a negociação com os recibos de depósito de ações (ADRs). Já os papéis da Vale se recuperam na reta final da sessão e fecharam em alta: ON (1,10%) e PNA (+0,88%).

Siderúrgicas
Entre as siderúrgicas, a Gerdau fechou com alta de 0,09%, após passar a sessão toda em terreno negativo. O diretor-presidente da companhia, André B. Gerdau Johannpeter, disse em reunião com analistas e investidores (Apimec), em São Paulo, que se os preços do minério de ferro voltarem a patamares atrativos, a empresa pode exportar a produção.

Câmbio
O dólar fechou em queda em relação ao real, afetado por certa realização de lucros que se seguiu à forte alta da moeda no mercado doméstico na segunda-feira e pela expectativa pela oficialização de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. No término do pregão, o dólar à vista registrou baixa de 0,47%, a R$ 2,5380. No mercado futuro de câmbio, o dólar para dezembro recuava 0,41%, para R$ 2,5395, por volta das 16h35.

Taxa de juros
No fim do pregão regular na BM&F Bovespa, o depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2015 (166.130 contratos) projetava taxa de 11,385%, ante 11,362% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2016 (157.840 contratos) mostrava 12,30%, ante 12,30%. O DI para janeiro de 2017 (201.735 contratos) tinha taxa de 12,17%, de 12,22%. E o DI para janeiro de 2021 (146.615 contratos) apontava 11,80%, de 11,84%.

(Agência Estado)

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