MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
Vale
Euforia
A Bovespa conseguiu sustentar a euforia da última sexta-feira apenas por um breve período no começo da sessão de ontem. Depois, os ganhos acumulados e a falta de continuidade às notícias sobre a mudança da equipe de política econômica deram espaço para uma realização de lucros, ainda puxada pelos dados fracos divulgados sobre a economia brasileira. Petrobras e bancos, que na sexta-feira puxaram o índice para cima, ontem efetuaram o movimento contrário.
Giro
O Ibovespa terminou a sessão com queda de 1,21%, aos 55.406,91 pontos. Na mínima do dia, marcou 55.292 pontos (-1,41%) e, na máxima, 57.359 pontos (+2,27%). No mês, ainda acumula ganho de 1,43% e, no ano, sobe 7,57%. O giro financeiro totalizou R$ 8,557 bilhões.
Blue chips
Petrobras ON terminou em queda de 1,47% e a PN, em baixa de 0,63%, depois de ambas superarem 6% de alta na máxima da sessão. Os bancos, que mais cedo subiram de 1,9% a 4,25%, também caíram. Bradesco PN, -1,61%, Itaú Unibanco PN, -2,08%, BB ON, -3,49%, Santander unit, -0,73%.
Minério
Vale ON subiu 0,47% e Vale PNA, 0,89%. O papel foi incentivado pela alta do preço do minério de ferro (+0,3%) e ainda pelo corte de juro na China.
EUA
Nos EUA, o Dow Jones subia 0,06% no fechamento da Bovespa, enquanto S&P avançava 0,25% e o Nasdaq tinha ganho de 0,78%. Saiu pela manhã que o índice de atividade nos Estados Unidos medido pela distrital de Chicago do Federal Reserve caiu a +0,14 em outubro, de +0,29 em setembro, o que mostra crescimento moderado da economia norte-americana.
Dólar
Após quatro sessões seguidas de queda, o dólar nem precisava de muitos motivos para subir ontem. O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,5500, uma alta de 1,43%. Por volta das 16h30, o volume de negócios estava em US$ 708,60 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para dezembro avançava 1,33%, a R$ 2,5525. O giro era de quase US$ 13,73 bilhões.
Taxas de juros
Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 (236.865 contratos) tinha taxa de 11,363%, ante 11,343% no ajuste de sexta-feira. O contrato para abril do próximo ano (78.835 contratos) marcava 11,780%, de 11,790%. O DI para janeiro de 2016 (108.525 contratos) indicava 12,30%, de 12,33%. O DI para janeiro de 2017 (142.915 contratos) apontava 12,22%, de 12,24%. E o DI para janeiro de 2021 (114.375 contratos) mostrava 11,84%, ante 11,93%.
(Agência Estado)





