MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Petrobras
Desceu
Dólar
FED
Um dos principais eventos aguardados para ontem não pegou a Bovespa aberta. A ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve foi divulgada durante o leilão de fechamento dos papéis do Ibovespa - assim, não houve tempo hábil para fazer preço no mercado doméstico. Num ambiente de especulação sobre a formação da equipe econômica - e data da divulgação para o substituto de Guido Mantega na Fazenda -, o principal índice à vista terminou a sessão com ganhos firmes, que o içaram para o patamar de 53 mil pontos.
Em alta
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 2,58%, aos 53.402,81 pontos, na máxima da sessão e no melhor nível desde 5 de novembro. Na mínima, registrou 52.032 pontos (-0,06%) e, na máxima, 53.403 pontos (+2,58%). No mês, acumula perda de 2,24% e, no ano, alta de 3,68%. O giro financeiro totalizou R$ 8,001 bilhões, segundo dados preliminares.
Bancos
Fecharam nas máximas Bradesco PN, com +4,30%, Itaú Unibanco PN, +4,02%, e BB ON, +5,92%. Santander Unit avançou 4,17%. Cielo ON teve ganho de 2,86%.
Estatais
As estatais contribuíram com os ganhos do índice, num movimento de recuperação das perdas recentes e em meio à expectativa de que poderia ser divulgado ontem o novo ministro da Fazenda. A lógica é o feriado que deixa os mercados fechados hoje e daria tempo para os investidores digerirem o nome. Pelo sim, pelo não, os vendidos no mercado acionário concluíram no final da tarde ser melhor zerar posições, e isso fez com que o índice fosse para as máximas no ajuste final.
Petrobras ON terminou a sessão com ganho de 2,68% a PN, de 2,65%. Vale virou para cima depois de operar em baixa a maior parte do dia e fechou com +0,59% na ON e +0,42% na PNA.
Dólar
O dólar comercial terminou a sessão em baixa de 0,35%, a R$ 2,5800. Na mínima do dia, registrou R$ 2,5730 (-0,62%) e, na máxima, marcou R$ 2,5980 (+0,35%). O giro negociado na sessão regular totalizou US$ 726,8 milhões, sendo US$ 709,8 milhões em D+2, às 16h36. Neste horário, o dólar para dezembro recuava 0,25%, a R$ 2,5845.
Taxas de juros
No fechamento da sessão regular, o DI para janeiro de 2015 (33.975 contratos) terminou em 11,355%, de 11,350% na véspera. O DI para janeiro de 2016 (114.490 contratos) marcou 12,45%, ante 12,51% no ajuste anterior. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (141.200 contratos) registrou 12,56%, de 12,65% no ajuste de ontem, e o DI para janeiro de 2021 (105.850 contratos) ficou em 12,43%, ante 12,63%.
(Agência Estado)





