Subiu
Ibovespa
Desceu
Petrobras

Ganhos
A Bovespa fechou a sessão de ontem em alta e voltou a acumular ganhos em 2014, ajudada pelo avanço das ações dos bancos. No fim do dia, o Ibovespa subiu 1,57%, aos 52.061,86 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 6,4 bilhões, segundo dados preliminares. Na máxima da sessão, a bolsa atingiu 52.122 pontos (+1,69%) e, na mínima, 51.067 pontos (-0,37%). No ano, o Ibovespa acumula alta de 1,08% e, no mês de novembro, queda de 4,70%.

Corrupção
As ações da Petrobras apagaram as perdas e registraram alta pontual. Mas o movimento durou pouco e as ações acabaram fechando em queda, penalizadas pelas denúncias de corrupção envolvendo a companhia. No término do pregão, o papel ON recuou 1,57% e o PN caiu 1,19%.

Minério
As ações da Vale também terminaram em baixa, pressionadas pela queda dos preços do minério de ferro. Vale ON (-3,92%) e Vale PNA (-4,56%). O preço do minério de ferro sofreu um forte revés de segunda-feira para ontem, apresentando queda de 4% em apenas um dia. O valor da tonelada do insumo, de concentração de 62% no mercado à vista chinês, chegou ontem a US$ 72,1, atingindo a mínima desde junho de 2009. No ano, o preço acumula perdas de 46,6%.

Internacional
No exterior, as bolsas dos EUA subiam, reagindo a dados positivos do setor de moradias no país e de expectativas econômicas na Alemanha, além da notícia de que o governo do Japão está preparando um pacote de estímulo à economia. Por volta das 17h30, o índice Dow Jones subia 0,44%, o S&P 500 avançava 0,67% e o Nasdaq tinha alta de 0,78%.

Dólar
O dólar dólar à vista registrou queda de 0,50%, aos R$ 2,5890, no balcão. O volume de negócios somava US$ 1,070 bilhão perto das 16h30, sendo US$ 1,003 bilhão em D+2. No mercado futuro, o dólar para dezembro perdia 0,82%, aos R$ 2,5980.

Juros
As taxas dos contratos futuros de juros recuaram e terminaram nas mínimas da sessão de ontem, influenciadas pela baixa do dólar. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para julho de 2015 (28.880 contratos) fechou com taxa de 12,12%, ante 12,15% no ajuste anterior. O DI com vencimento em janeiro de 2016 (123.660 contratos) tinha taxa de 12,51%, de 12,56% no ajuste de anteontem. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (882.45 contratos) projetava taxa de 12,65%, ante 12,76%. O DI para janeiro de 2021 (73.655 contratos) registrava taxa de 12,63%, de 12,74% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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