Desceu
Ibovespa
Subiu
Dólar

Equipe econômica
As especulações em torno da equipe econômica do governo voltaram a pressionar os negócios na Bovespa, que fechou no menor nível desde 29 de outubro ontem. O declínio das ações da Petrobras exerceram pressão de baixa sobre o índice, mas as perdas foram generalizadas.

Baixo giro
O Ibovespa fechou em queda de 2,14%, aos 51.846,03, na mínima do dia, em uma sessão marcada por baixo giro de negócios (R$ 4,894 bilhões). Na máxima da sessão, a bolsa atingiu 53.323 pontos (+0,65%). No ano, a bolsa acumula alta de 0,66% e no mês de novembro, queda de 5,09%.

Inversão
No setor corporativo, as ações da Petrobras subiram durante a manhã, mas inverteram o sinal nesta tarde, e fecharam nas mínimas, com quedas de 3,03% (ON) e 3,61% (PN). A movimentação antes do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira, que pode trazer mais volatilidade, além do cenário incerto para a estatal, prejudicou os papéis. O mercado está na expectativa do balanço, que será apresentado ao conselho de administração da empresa hoje.

Ganhos
Já as ações da Vale, que tinham se recuperado mais cedo, após as fortes perdas registradas recentemente devido ao declínio do preço do minério de ferro, acabaram devolvendo os ganhos no fim do pregão. Vale ON -0,27% e ação PNA -0,36%. Do lado positivo, as ações das Lojas Americanas estavam entre os destaques, com alta de 2,54% no fechamento, influenciada pelo balanço no terceiro trimestre.

Dólar
No fim do dia, o dólar à vista fechou com alta de 1,41%, aos R$ 2,5960, no balcão, o maior patamar desde 18 de abril de 2005. O volume de negócios totalizava US$ 835 milhões por volta das 16h30. No mercado futuro do câmbio, o dólar para dezembro avançava 1,09%, a R$ 2,6080.

Taxas de juros
As taxas de juros futuros fecharam em território positivo ontem, conduzidas pela valorização do dólar, as incertezas sobre a equipe econômica do governo e um leilão do Tesouro. No fim do pregão regular da BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2015 (26.780 contratos) apontava 12,13%, ante 12,08% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2016 (106.775 contratos) estava em 12,57%, ante 12,49% no ajuste anterior. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (145.425 contratos) tinha taxa de 12,87%, ante 12,77% no ajuste da véspera; o DI para janeiro de 2021 (112.950 contratos) tinha taxa de 12,80%, ante 12,67% no ajuste de anteontem.
(Agência Estado)

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