MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Ibovespa
Subiu
Dow Jones
Giro fraco
A Bovespa abriu em alta ontem, acompanhando o exterior, mas não deu continuidade ao movimento durante a sessão. À tarde, se firmou em baixa, pressionada principalmente pelas ações de Vale e Petrobras. E nos ajustes ainda renovou as mínimas, com ao redor de 1% de perdas. O giro mais fraco acabou amplificando as ordens de vendas neste início de semana.
Em queda
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 0,93%, aos 52.725,38 pontos. Na mínima, registrou 52.716 pontos (-0,95%) e, na máxima, 53.830 pontos (+1,14%). No mês, acumula perda de 3,48% e, no ano, ganho de 2,37%. O giro financeiro totalizou apenas R$ 4,807 bilhões. Os dados são preliminares.
Commodities
Os dados chineses divulgados no final de semana deram justificativa para as compras, mais cedo, e para as vendas, na releitura. Sobretudo os números da balança, que mostraram importações menores do que as previsões. De cara, os especialistas avaliaram que Pequim anunciaria mais estímulos. Mas, depois, ponderaram que isso é ruim para a venda de commodities, os preços desses produtos caíram e afetaram os papéis de empresas como Vale e Petrobras.
Investigações
Vale fechou em baixa de 3% na ON e de 2,51% na PNA. Petrobras ON recuou 2,61% e a PN, 2,03%. A estatal foi prejudicada também pela reportagem do jornal britânico Financial Times do final de semana, que informava sobre duas investigações em andamento sobre a Petrobras: uma criminal, na Justiça dos EUA, e outra civil, na Securities and Exchange Commission (comissão de valores mobiliários norte-americana). A informação desencadeou temores de que a negociação dos ADRs da companhia em Nova York possa ser suspensa.
Internacional
No exterior, as bolsas europeias terminaram em alta e as norte-americanas se encaminhavam para o mesmo fim. Às 17h15, o Dow Jones subia 0,12%, o S&P tinha ganho de 0,20%, e o Nasdaq avançava 0,26%.
Dólar
Ante o real, o dólar moderou o declínio na sessão vespertina para fechar na máxima, a R$ 2,555 (-0,43%) no balcão. O volume à vista era de US$ 753 milhões perto das 16h30, sendo US$ 679 milhões em D+2. No segmento futuro, o dólar para dezembro caía 0,16%, a R$ 2,570.
Taxas de juros
O DI para janeiro de 2015 terminou na máxima de 11,315%, de 11,312% no ajuste anterior, com apenas 11.665 contratos. O DI janeiro de 2016 (37.010 contratos) encerrou em 12,39% (máxima), estável. O DI janeiro de 2017, com 61.305 contratos, fechou em 12,61% (máxima), de 12,65% no ajuste da sexta-feira. O DI janeiro de 2021 recuou de 12,51% para 12,45%, com 49.825 contratos. Nos EUA, a T-note de dez anos avançava a 2,350% perto das 16h30.
(Agência Estado)





