MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Oi
Desceu
Petrobras
Menor queda
A Bovespa iniciou novembro em baixa, devolvendo parte dos ganhos acumulados na última semana. O Ibovespa ameaçou cair abaixo dos 53 mil pontos no pior momento da sessão de ontem, mas conseguiu se recuperar e encostar nos 54 mil nos minutos finais, terminando longe das mínimas. O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,25%, aos 53.947,21 pontos.
Petrobras
A Petrobras foi um dos destaques negativos de ontem e fechou em baixa de 2,73% na ON e 2,81% na PN, se ajustando à expectativa frustrada de um anúncio de reajuste dos combustíveis na última sexta-feira. Hoje haverá nova reunião do Conselho de Administração.
Ações
A lista de maiores quedas, no entanto, foi liderada por Santander unit (-7,94%), seguida por Duratex ON (-7,08%) e BrMalls ON (-6,13%) - esta após divulgar sua prévia operacional do terceiro trimestre. Oi PN subiu 3,08% e liderou as altas, seguida por Copel PNB (+2,74%) e PDG ON (+2,46%). Vale ON caiu 0,40% e Vale PNA, 0,28%.
EUA
Nos EUA os índices operaram majoritariamente em alta. Às 17h34, o Dow Jones recuava 0,17%, o S&P tinha baixa de 0,04% e o Nasdaq tinha ganho de 0,10%. Destaque para o índice de atividade do setor de manufatura dos EUA medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM), que subiu para 59,0 em outubro, de 56,6 em setembro. Já o PMI industrial caiu para 55,9 em outubro, de 57,5 em setembro, segundo a Markit, o resultado mais baixo em três meses.
Dólar
A semana começou tensa para o mercado doméstico, diante da espera pelos nomes que vão compor a equipe econômica do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, com alta do dólar, influenciado ainda pela tendência externa. No balcão, o dólar à vista fechou em R$ 2,503 (+1,25%), com giro financeiro fraco de US$ 608 milhões, sendo US$ 463 milhões em D+2. Nas duas últimas sessões, a moeda acumulou ganho de 3,76% ante o real.
Juros
Os juros futuros começaram a semana em alta. O DI janeiro de 2015 encerrou com 24.970 contratos e taxa de 11,26%, de 11,28% no ajuste de sexta-feira, e o DI abril de 2015 projetava 11,68% (máxima), ante 11,65% no ajuste anterior e 55.275 contratos. O DI para janeiro de 2016 (43.690 contratos) tinha taxa de 12,30%, ante 12,22%, e o DI janeiro de 2017 (72.645 contratos) subiu para 12,39%, ante 12,28%. O DI para janeiro de 2021 fechou em 12,12% (11,98% no ajuste anterior), com 48.770 contratos. No balcão, o dólar à vista fechou em R$ 2,503 (+1,25%).





