Subiu
Ibovespa
Desceu
dólar

Ibovespa
A Bovespa fechou a sessão de ontem em alta, conduzida pela reação positiva dos investidores ao aumento da taxa Selic e por notícias corporativas. Os ganhos das bolsas em Nova York também contribuíram para o forte desempenho do Ibovespa na sessão. No fim do dia, a bolsa subiu 2,52%, aos 52.336,83 pontos. O volume de negócios somou R$ 12,979 bilhões. Na máxima do dia, o Ibovespa atingiu 52.574 pontos (+2,99) e, na mínima, registrou 51.049 pontos (estável). No ano, a bolsa tem alta acumulada de 1,61% e, no mês de outubro, baixa de 3,29%.

Selic
A bolsa abriu os negócios em alta, após os investidores reagirem positivamente à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira, de elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto porcentual, para 11,25% ao ano. Segundo analistas, a decisão ajuda a resgatar a credibilidade do Banco Central, ao mostrar a independência da autoridade monetária.

Bradesco
Os ganhos da bolsa foram liderados principalmente pela alta das ações do setor financeiro, após o Bradesco divulgar um lucro líquido contábil de R$ 3,875 bilhões no terceiro trimestre deste ano, superando projeções. No fim da sessão, as ações ON e PN do banco fecharam em 7,74% e 6,78%, respectivamente. O balanço do banco acabou impulsionando outros papeis do setor, como as ações PN do Itaú Unibanco (8,08%) e Banco do Brasil (+7,03%).

Petrobras
As ações da Petrobras também subiram, com a PN (+2,14%) e a ON (+1,85%) refletindo a expectativa de que a reunião do conselho de administração da empresa, hoje, possa discutir um reajuste para os preços dos combustíveis, segundo operadores. De acordo com um profissional, o aumento da taxa básica de juros anunciada ontem pelo Copom, para 11,25%, aumenta a probabilidade de um reajuste nos preços dos combustíveis.

Nova York
Em Nova York, as bolsas operavam em alta no fim da tarde, recebendo suporte dos resultados trimestrais da Visa, que mostraram aumento da receita operacional, e do crescimento acima do esperado do Produto Interno Bruto dos EUA no terceiro trimestre.

Dólar
O dólar registrou ontem sua terceira sessão seguida de queda, reagindo à decisão surpreendente do Copom de elevar a taxa de juros básica, a Selic. No término do pregão, o dólar à vista fechou em queda de 2,11%, a R$ 2,4130, no balcão. Nas três últimas sessões, a moeda acumula queda de 4,47%. Perto das 16h30, o giro no mercado à vista era de US$ 1,363 bilhão. No mesmo horário, no mercado de câmbio futuro, o dólar para novembro caía 2,03%, a R$ 2,4125.

Agência Estado

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