MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ibovespa
Desceu
Vale ON
Em alta
A Bovespa fechou em alta, ajudada por um movimento de recuperação depois de ter encerrado a segunda-feira no patamar mais baixo desde abril deste ano. No fim do pregão, o Ibovespa subiu 3,62%, para 52.330,03 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 9,328 bilhões. Na máxima da sessão, o índice tocou 52.374 pontos (+3,70%) e, na mínima, atingiu 50.503 pontos (estável). No ano, a bolsa acumula alta de 1,60% e no mês de outubro, baixa de 3,30%.
Combustível
As ações de empresas estatais e de bancos foram os destaques positivos da sessão. Petrobras ON (+4,24%) e Petrobras PN (+5,18%). Segundo operadores, há expectativas sobre um possível anúncio, em breve, de reajuste dos preços dos combustíveis. Eletrobras ON e Eletrobras PNB registraram avanço de 5,59% e 7,26%, respectivamente. No setor financeiro, Banco do Brasil subiu 7,17%, seguido por Bradesco PN, com alta de 6,77% e Itaú Unibanco (+5,94%).
Vale
As ações da Vale e siderúrgicas fecharam em queda. Os papéis da Vale foram afetados pela baixa do preço do minério de ferro no mercado à vista chinês e pelas notícias de que o Goldman Sachs reduziu o preço-alvo de 12 meses para o programa de ADRs das ações ordinárias e das preferenciais da companhia. Vale ON caiu 0,80% e Vale PNA recuou 0,18%.
Siderúrgicas
No setor siderúrgico, Gerdau PN (-0,89%), Gerdau Metalúrgica (-1,18%) e Usiminas PNA (-4,19%). O Credit Suisse rebaixou a recomendação para as ações PNA da Usiminas de outperform (desempenho acima da média do mercado) para neutro e cortou o preço-alvo do papel de R$ 12,00 para R$ 8,00.
Dólar
O dólar fechou no menor patamar da sessão, à medida que os investidores promoveram ajustes após os ganhos em reação à vitória da presidente Dilma Rousseff nas eleições. No fim da sessão, o dólar à vista registrou baixa de 2,14%, a R$ 2,4720, na cotação mínima da sessão. O volume de negócios totalizava US$ 1,276 bilhão até as 16h30. No mercado futuro, o dólar para novembro recuava 2,02%, para R$ 2,4755.
Juros
No fim da sessão regular do mercado de juros, na BM&F Bovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2015 (35.340 contratos) apontava taxa de 10,925%, de 10,95% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2016 (176.145 contratos) tinha taxa de 11,78%, ante 11,83%. O DI para janeiro de 2017 (237.280 contratos) indicava taxa de 11,92%, ante 12,07% no ajuste anterior. No contrato com vencimento em janeiro de 2021 (134.765 contratos), a taxa era de 11,95%, ante 12,14% no ajuste de segunda.
(Agência Estado)





