Subiu
Dólar
Desceu
Ações da Petrobras

Eleições
A Bovespa abriu a semana em trajetória de baixa, influenciada na abertura pelo mau humor externo e também pelo resultado da pesquisa de intenção de votos da CNT/MDA, conhecida durante a sessão de ontem. O índice chegou a melhorar à tarde com a recuperação de Wall Street, mas, no fim, as perdas se agravaram, puxadas principalmente por Petrobras.

Queda
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 2,55%, aos 54.302,57 pontos. Na mínima, registrou 54.300 pontos (-2,56%) e, na máxima, 55.720 pontos (-0,01%). No mês, acumula ganho de 0,35% e, no ano, de 5,43%. O giro financeiro totalizou R$ 11,102 bilhões, dos quais R$ 3,626 bilhões referentes ao exercício de opções sobre ações.

Expectativa
Pelo menos nove pesquisas sairão até as eleições de domingo e os levantamentos têm mostrado empate técnico. A pesquisa CNT/MDA mostrou ontem a petista Dilma Rousseff com 50,5% e tucano Aécio Neves com 49,5% dos votos válidos. A situação de ainda é de empate, com a margem de erro em 2,2 pontos porcentuais, mas a pesquisa já reverte o resultado das últimas do Datafolha e do Ibope, que trouxeram Dilma com 49% e Aécio com 51%. Ainda ontem sairiam levantamentos Vox Populi e Datafolha, este último o mais aguardado. Em meio a esse cenário, Petrobras caiu 6,13% na PN e 5,83% na ON. BB ON recuou 5,78%.

Nos EUA
As bolsas em NY operavam sem uniformidade. O Dow Jones recuava 0,05%, o S&P subia 0,74%, e o Nasdaq avançava 1,11%. Com o horário de verão do Brasil, as bolsas norte-americanas passam a se encerrar às 18 horas de Brasília.

Dólar
A indefinição do cenário eleitoral se traduziu em volume muito baixo de negócios ontem. Ao contrário da tendência externa, o dólar teve alta consistente ante o real. Amoeda à vista subiu 1,07%, cotada em R$ 2,462. O giro financeiro somava US$ 524 milhões perto das 16h30, com US$ 388 milhões em D+2. Na máxima, a moeda chegou a R$ 2,464 (+1,15%) e, na mínima, a R$ 2,447 (+0,45%). No mercado futuro, o dólar para novembro tinha alta de 1,04%, a R$ 2,469, às 16h36.

Juros
O DI janeiro de 2016 (137.050) contratos fechou em 12,07%, ante 11,94% no ajuste anterior, e o DI janeiro de 2017 terminou em 12,14%, ante 11,98% no ajuste da sexta-feira, e 112.705 contratos. O DI janeiro de 2021 passou de 11,40% para 11,58%, com 68.830 contratos. Assim, as taxas foram na direção contrária à dos Treasuries, cujos rendimentos recuaram. Perto das 16h30, a T-Note de dez anos projetava 2,178%, ante 2,201% na sexta-feira. (Agência Estado)

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