MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Petrobras
Queda
O Ibovespa terminou o dia de ontem em baixa de 3,24%, aos 56.135,27 pontos. Na mínima, registrou 54.919 pontos (-5,34%) e, na máxima, 58.012 (-0,01%). No mês, acumula ganho de 3,73% e, no ano, de 8,99%. O giro financeiro totalizou R$ 24,236 bilhões, engordado pelo exercício de Ibovespa futuro e opções sobre Ibovespa.
Petrobras
Petrobras liderou as perdas do índice, ao recuar 6,93% na PN e 6,86% na ON. Em terceiro lugar, BrMalls ON caiu 5,74%. Apenas duas ações subiram: Fibria PN (+1,51%) e Vivo PN (+0,29%).
Debate
O tucano Aécio Neves não passeou no debate da TV Bandeirantes na noite de anteontem com a pestista Dilma Rousseff, como queria o mercado, motivo a justificar correções logo na abertura. Mas o movimento foi engrossado pelos dados da economia chinesa conhecidos na noite de anteontem e dos Estados Unidos, piores do que as projeções.
China
A China informou que a inflação ao consumidor em setembro subiu 1,6% na comparação anual, quando a expectativa era de 1,7%, e os preços ao produtor caíram 1,8%, tombo maior do que a retração de 1,5% esperada pelos analistas.
EUA
Nos EUA, o PPI caiu 0,1% em setembro ante agosto e o núcleo do índice ficou estável. Foi a primeira queda na inflação ao produtor em um ano e contrariou as estimativas dos analistas, que esperavam alta de 0,1%. Já as vendas no varejo recuaram 0,3% em setembro ante agosto, quando a estimativa era de recuo de 0,1%.
Bolsas americanas
Nos EUA, o Dow Jones recuou 1,06%, aos 16.141,74 pontos, S&P caiu 0,81%, aos 1.862,49 pontos, e o Nasdaq fechou em baixa de 0,28%, aos 4.215,32 pontos.
Dólar
O desempenho de Aécio no debate frustrou investidores e a reação foi uma sessão de alta para o dólar, que encerrou a sessão com ganho de 1,50%, a R$ 2,4380. A mínima foi de de R$ 2,4130 (+0,45%) e a máxima, de R$ 2,4550. (+2,20%). O volume no mercado à vista era de US$ 910,2 milhões até 16h35. No futuro, o dólar para novembro estava em R$ 2,4500 (+1,66%).
Juros
O cenário eleitoral e o movimento global de aversão ao risco influenciaram o desempenho das taxas de juros futuros. A taxa do DI para janeiro de 2015 (51.075 contratos) marcava 10,96%, de 10,949% no ajuste anterior. Para janeiro de 2016 (194.885 contratos) indicava 11,95%, de 11,85%. O DI para janeiro de 2017 (324.765 contratos) apontava 11,89%, de 11,76%. E o DI para janeiro de 2021 (292.050 contratos) tinha taxa de 11,41%, de 11,23%. (Agência Estado)





