Subiu
Petrobras
Desceu
Usiminas

Apetite
Após acumular queda de 3,16% na semana até a quinta-feira, a Bovespa fechou o pregão de ontem com ganho de 2,23%, aos 57.212,38 pontos. A alta foi a maior registrada pela bolsa em um mês, desde o dia 25 de agosto. O estímulo para o apetite pela ações brasileiras veio mais uma vez de especulações eleitorais.

Oscilações
O volume de negócios na bolsa somou R$ 6,358 bilhões, de acordo com dados preliminares. O índice à vista oscilou entre uma mínima de 55.946 pontos (-0,03%) e uma máxima de 57.489 pontos (+2,73%). No mês de setembro, a bolsa tem queda acumulada de 6,65% e, no ano, alta de 11,08%.

Eleições
As especulações em torno de uma possível melhora da candidata Marina Silva impulsionaram a alta das ações das empresas estatais. Os papéis são beneficiados pela expectativa de derrota do atual governo, que fez inúmeras intervenções nesses setores, desagradando parte dos investidores. No fim do pregão, Banco do Brasil ON (+3,15%), Petrobras ON (+5,31%), Petrobras PNA (+5,54%), Eletrobras ON (+4,12%) e Eletrobras PNB (+1,44%).

EUA
Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,99%, o S&P 500 (+0,86%) e o Nasdaq (+1,02%).

Siderurgias
Entre as siderúrgicas, destaque para as perdas da Usiminas, de 5,82%, devido a desavenças no bloco de controle da companhia que culminaram na destituição do presidente da empresa, Julián Eguren. Usiminas PNA (-5,82%), CSN ON (-4,26%), Gerdau PN (-1,46%), Metalúrgica Gerdau ON (-2,07%). Vale ON (-1,39%) e Vale PNA (-1,98%).

Dólar
O dólar passou por um correção de baixa diante do real ontem, na contramão do que foi verificado no exterior. O dólar à vista no balcão terminou o dia com desvalorização de 0,66%, cotado a R$ 2,4140. Na mínima, a moeda foi cotada a R$ 2,4110 (-0,76%) e, na máxima, a R$ 2,4460 (+0,66%). O giro financeiro registrado na clearing de câmbio da BM&FBovespa era de US$ 1,888 bilhão às 16h30. No mesmo horário, no mercado futuro, o dólar para outubro caía 0,60%, a R$ 2,4155.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para janeiro de 2015 (31.660 contratos) marcava 10,88%, igual ao ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2016 (146.570 contratos) indicava 11,68%, de 11,73% ontem. O DI para janeiro de 2017 (369.385 contratos) apontava 11,88%, de 11,95% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 (203.115 contratos) tinha de 11,77%, de 11,84% na véspera.

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