Subiu
Dólar
Desceu
Bovespa

Queda
A Bovespa fechou ontem em queda, abaixo do patamar dos 56 mil pontos, pressionada por expectativas com pesquisas eleitorais e pela aversão ao risco no exterior. No fim do dia, a Bolsa caiu 1,52%, para 55.962,08 pontos. O volume de negócios somou R$ 6,223 bilhões, segundo dados preliminares. Durante a sessão, a bolsa oscilou entre uma máxima de 56.822 pontos (-0,01%) e uma mínima de 55.876 pontos (-1,67%). No mês de setembro, acumula queda de 8,69% e, no ano, alta de 8,65%.

Apple
No setor corporativo dos EUA, o destaque negativo foram as ações da Apple, que registraram forte queda, devido a problemas reportados com o sistema operacional iOS 8. No fim do pregão em Wall Street, Nasdaq registrou a maior queda entre seus pares, de 1,94%. O índice Dow Jones caiu 1,54% e o S&P 500 recuou 1,62%, nas mínimas.

Bovespa
No Brasil, as perdas da Bovespa foram conduzidas principalmente pela queda das ações da Petrobras, dos bancos e do setor de mineração e siderurgia. Os papéis da Vale e das siderúrgicas foram prejudicados por uma nova queda dos preços internacionais do minério de ferro. O preço do insumo, com teor de 62% negociado no porto de Tianjin (China), caiu 1%, cotado em US$ 78,6. No acumulado do ano, a queda chega a quase 42%. Vale ON (-1,05%) e Vale PNA (-0,61%), CSN (-1,94%) e Usiminas PNA (-2,83%). Os papéis ON e PN da Petrobras recuaram 1,41% e 1,93%, respectivamente, afetados pelas especulações com as eleições.

Bancos
No setor financeiro, Banco do Brasil registrou uma das maiores quedas (3,60%), afetado ainda pela notícia de que o governo brasileiro utilizará recursos do Fundo Soberano, o que implicaria vendas de ações do banco, já que o fundo tem papéis do BB. Entre os bancos privados, Bradesco ON (-2,48%), Bradesco PN (-2,39%), Itaú Unibanco (-3,13%).

Dólar
O dólar à vista no balcão encerrou cotado em R$ 2,4300, aumento de 1,89%, na máxima do dia. É o maior valor desde 3 de fevereiro (R$ 2,4350). Na mínima, chegou a R$ 2,398 (+0,55%). O giro somava, perto das 16h30, US$ 946 milhões, sendo US$ 878 milhões em D+2. No segmento futuro, perto das 16h30, o vencimento para outubro subia 1,84%, a R$ 2,431.

Juros
No fechamento da sessão regular, o DI janeiro de 2015 terminou na máxima de 10,88%, de 10,87% no ajuste de quarta e 80.285 contratos. O DI janeiro de 2016, com 150.065 contratos, estava em 11,73%, de 11,64%. Com 278.750 contratos, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 11,95%, de 11,81% no ajuste anterior. O contrato com vencimento em janeiro de 2021 projetava 11,84%, ante 11,70% no ajuste da véspera, com 172.885 contratos.

(Agência Estado)

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