MERCADO FINANCEIRO
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Agência Estado 
Desceu
Bovespa
Subiu
dólar
Bovespa
A Bovespa fechou em queda nesta ontem conduzida por um movimento de realização de lucros, enquanto o mercado aguardava a divulgação da pesquisa Datafolha. O recuo da Bolsa brasileira foi conduzido principalmente pelas ações das empresas estatais, da Vale e do setor financeiro. No fim da sessão, o Ibovespa registrou baixa de 1,24%, aos 58.374,48 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 8,496 bilhões. No mês, a Bovespa acumula queda de 4,75% e, no ano, alta de 13,33%.
Dow Jones
A queda da bolsa brasileira contrariou o sinal positivo dos índices acionários de Nova York, após o Federal Reserve (Fed) ter anunciado, na quarta-feira, que manterá juros baixos por um "tempo considerável". O S&P 500 atingiu a máxima histórica de 2.011,79 pontos. No fim do dia, o S&P (+0,49%), Dow Jones (+0,64%) e Nadasq (+0,68%).
Petrobras
A Bovespa ensaiou uma recuperação pontual no início da tarde, mas voltou a operar no vermelho, acelerando a queda na reta final da sessão. O movimento foi puxado pela oscilação dos papéis da Vale e pela aceleração das perdas das ações da Petrobras e de outras empresas estatais. Petrobras ON (-3,12%), Petrobras PN (-3,75%), Eletrobras ON (-1,53%) e Eletrobras PNB (-1,40%), Banco do Brasil ON (-1,57%).
Bancos
No setor financeiro, Itaú Unibanco PN (-1,18%) e Bradesco ON (+2,06%), Bradesco PN (+1,32%). Os bancos foram pressionados pelo Relatório de Estabilidade Financeira (REF) do Banco Central, no qual a instituição disse que a provisão para risco de crédito apresenta-se adequada a um "novo cenário". O novo cenário aponta para leve aumento do risco de crédito e o risco se deve a juro alto, possível fim de queda da inadimplência e índice de cobertura. As ações do setor de mineração e siderurgia foram beneficiadas pela valorização do dólar. Vale ON (0,10%), Vale PNA (0,20%), CSN (3,52%), Usiminas (1,86%) e Gerdau (0,48%).
Dólar
O dólar manteve o sinal de alta ante o real que prevaleceu na sessão anterior, em compasso de espera pelos números da corrida presidencial e alinhado com o comportamento ante algumas divisas no exterior. O dólar à vista no balcão encerrou em alta de 0,42%, a R$ 2,3650 - cotação mais elevada desde 20 de fevereiro (R$ 2,3740). Trata-se da oitava alta em nove sessões. A moeda ante o real oscilou da máxima de R$ 2,376 (+0,89%), no começo dos negócios, à mínima de R$ 2,3580 (+0,13%), no início da tarde. Às 16h45, o giro financeiro era de US$ 718 milhões, sendo US$ 677 milhões em D+2. No mercado futuro, o vencimento para outubro subia 0,17%, a R$ 2,370.


