MERCADO FINANCEIRO
Subiu
STOXX
Desceu
FTSE
Expectativa
Os mercados de ações da Europa fecharam em alta ontem em meio a expectativas de que o Federal Reserve (banco central norte-americano) manteria uma postura favorável a juros baixos ao final da reunião de política monetária. A tendência de ganho também foi direcionada por novas medidas de estímulo na China. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 0,45%, a 344,39 pontos.
Destaques
Entre os principais ganhos na Europa, o índice FTSEMIB, de Milão, avançou 1,55%, para 21.111,66 pontos, e o índice PSI-20, de Lisboa, encerrou com elevação de 0,68%, aos 5.857,75 pontos. Em Madri, o índice IBEX-35 subiu 1,01%, para 10.907,40 pontos.
Sobe e desce
O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, ganhou 0,50%, aos 4.431,41 pontos, e o Dax, de Frankfurt, subiu 0,30%, para 9.661,50 pontos. A perspectiva de que a economia dos EUA ainda precisa de apoio foi reforçada ontem pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), que caiu 0,2% em agosto, na comparação com julho. Foi a primeira queda mensal no indicador desde abril de 2013 e o resultado ficou abaixo da previsão de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que esperavam estabilidade nos preços.
Referendo
Por outro lado, a Bolsa de Londres sucumbiu às preocupações com o referendo que decidirá uma possível divisão do território britânico. Os escoceses vão às urnas hoje para decidir sobre o futuro da Escócia. O índice FTSE cedeu 0,17%, aos 6.780,90 pontos. Os investidores britânicos também digeriram novas informações sobre a economia e a política monetária no país. A taxa de desemprego caiu para 6,2% no período de maio a julho, de 6,6% nos três meses até junho. O resultado ficou abaixo da média das previsões dos analistas consultados pela Market News International, de 6,3%.
Inglaterra
Diante de números positivos sobre a economia do país, a ata do último encontro de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) voltou a destacar a discussão atual de um futuro aperto. O documento mostrou que houve dois votos pelo aumento da taxa de juros de 0,5% para 0,75%, enquanto os outros sete integrantes defenderam a manutenção do nível atual, assim como no encontro anterior. Os dois membros, Martin Weale e Ian McCafferty, não conseguiram atrair mais apoio e a maioria decidiu pela manutenção da política monetária, vendo "evidências insuficientes" de que o patamar atual possa gerar pressões inflacionárias no futuro.





