MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Oi PN
Desceu
Dólar
Estímulo
As especulações em torno das pesquisas eleitorais impulsionaram mais uma vez os negócios na Bovespa, que fechou ontem com a maior alta desde 25 de agosto deste ano. O avanço das bolsas de Nova York e as medidas de estímulo adotadas pelo governo chinês também favoreceram os ganhos da bolsa brasileira. No fim do dia, o Ibovespa subiu 2,01%, para 59.114,66 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 10 bilhões. No mês, a bolsa acumula queda de 3,55% e, no ano, alta de 9,84%.
Eleições
Enquanto os investidores aguardavam a pesquisa Ibope, divulgada na noite de ontem, as especulações sobre uma possível melhora da candidata do PSB, Marina Silva, impulsionaram a alta da Bovespa desde o início da sessão, com destaque para os papéis das empresas estatais.
Ações
Os destaques de alta do Ibovespa foram Petrobras ON (+4,37%), Petrobras PN (+4,87%), Eletrobras ON (+5,08%), Eletrobras PNB (+3,62%) e Banco do Brasil ON (+4,40%). As ações PN da Oi fecharam com a maior alta do dia, de 8,61%. Os papéis da TIM ON caíram 4,14%.
Nova York
As bolsas de Nova York só ganharam tração à tarde, conduzidas por notícias sobre a reunião de política monetária do Federal Reserve e injeção de liquidez na China. O BC americano divulga hoje, ao fim de sua reunião de política monetária, a decisão sobre as taxas de juros. Já o Banco do Povo da China disponibilizou uma linha de crédito de 500 bilhões de yuans (US$ 81 bilhões) para auxiliar os cinco maiores bancos do país. O pregão de Wall Street encerrou com Dow Jones (+0,59%), Nasdaq (+0,75%) e o S&P 500 (+0,75%) em alta.
Dólar
O dólar à vista no balcão fechou em queda de 0,56%, cotado a R$ 2,3290, encerrando a sequência de seis sessões consecutivas de alta. Na mínima, atingiu R$ 2,3200 (-0,94%), no início da tarde, e na máxima, pela manhã, ficou estável em R$ 2,3420. O giro no mercado à vista era fraco, somando US$ 600 milhões, sendo US$ 465 milhões em D+2 perto das 16h30. No mercado futuro, a moeda para outubro era negociada em R$ 2,339 (-0,57%).
Juros
Os contratos de juros futuros terminaram a sessão regular em queda. O DI para janeiro de 2015 (20.120 contratos) fechou em 10,85%, na máxima, no mesmo nível do ajuste de ontem. Com 147.215 contratos, o DI para janeiro de 2016 encerrou em 11,50%, de 11,51% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2017 (294.290 contratos) projetava taxa de 11,60%, de 11,69% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 terminou em 11,41%, de 11,58% após ajuste, com 199.600 contratos.





