MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Banco do Brasil
Desceu
Vale
Maior nível
A Bovespa fechou em leve alta ontem recebendo suporte da especulação em torno da disputa eleitoral, com o mercado à espera da pesquisa Ibope divulgada na início da noite. Os ganhos na bolsa foram limitados, porém, por uma realização de lucros, após o Ibovespa ter fechado no maior nível desde 1º de fevereiro de 2013. O índice registrou alta de 0,14%, aos 59.821,45 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 7,233 bilhões.
Crédito
As especulações sobre uma possível vantagem da candidata Marina Silva nas pesquisas alimentaram o apetite por risco desde a abertura do pregão. No início da tarde, porém, a Bovespa apagou os ganhos e passou a cair, afetada pelo declínio dos papéis dos bancos, depois da divulgação dos dados de crédito. A média diária de concessões de crédito livre caiu 15% em julho ante junho, para R$ 11,5 bilhões. No crédito direcionado, a média caiu 24,8% na comparação mensal, somando R$ 1,8 bilhão no mês passado.
Destaques
Entre os destaques positivos da sessão estiveram Banco do Brasil (+0,61%), Bradesco PN (+0,54%), Itaú Unibanco (+0,68%). Do lado negativo, os papeis da Vale terminaram com perdas de 0,48% (ON) e de 0,22% (PN). Petrobras fechou com queda 0,48% (ON) e baixa de 0,91% (PN).
Nova York
As bolsas dos EUA terminaram em alta, ajudadas por indicadores econômicos positivos e notícias corporativas. As encomendas de bens duráveis subiram 22,6% em julho, atingindo o nível de US$ 300,1 bilhões. O índice de confiança do consumidor norte-americano aumentou para 92,4 em agosto. O índice de atividade industrial do Federal Reserve de Richmond avançou para 12 em agosto. No âmbito corporativo, o Burger King fechou um acordo para fundir suas operações com as da canadense Tim Hortons, criando a terceira maior cadeia mundial de fast food, com vendas estimadas em US$ 23 bilhões.
Dólar
O dia foi de queda para o dólar ante o real. A moeda fechou em queda de 0,87%, a R$ 2,2660. Na máxima, logo após a abertura, subiu 0,04%, a R$ 2,2870, e, na mínima, caiu 0,96%, a R$ 2,2640, na reta final dos negócios.
Juros
Os contratos de juros futuros de longo prazo caíram. Na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 fechou a sessão regular em 10,81%, de 10,80% no ajuste anterior, com 30.700 contratos; o DI janeiro de 2016 (138.815 contratos) passou de 11,25% para 11,26%. O DI janeiro de 2017 fechou a 11,34%, ante 11,37% no ajuste anterior, com 305.955 contratos. O DI janeiro de 2021 recuou de 11,47% para 11,38%, com 146.880 contratos.





