Desceu
Ibovespa
Subiu
Dólar

Agenda vazia
A Bovespa aproveitou a agenda vazia e a queda das bolsas no exterior para finalmente engatar uma realização de lucros, após acumular pouco mais de 6% de ganhos nas seis sessões anteriores. Petrobras, principal responsável pela alta acumulada nos últimos dias, também sentiu mais as ordens de vendas, o que não impediu as ações de terminarem a semana com ganhos de 4%.

Giro
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,99%, aos 58.407,32 pontos. Na mínima, registrou 58.164 pontos (-1,40%) e, no ano, 58.992 pontos (estável). Subiu pela segunda semana consecutiva, 2,54%. No mês, tem alta de 4,62% e, no ano, de 13,40%. O giro financeiro totalizou R$ 4,932 bilhões.

EUA
Nos EUA, as atenções estavam voltadas para as declarações da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, no simpósio de Jackson Hole. E ela reforçou o que já trouxe a ata do Fomc divulgada na quarta-feira: o mercado de trabalho se recuperou mais rapidamente do que previa do BC e isso pode significar uma antecipação do início do aperto monetário do país.

Fed
Yellen ponderou, no entanto, que o Fed tende a ficar mais acomodatício se a economia decepcionar. As bolsas passaram oscilando ao redor da estabilidade. No final, o Dow Jones recuou 0,22%, aos 17.001,22 pontos, S&P recuou 0,20%, aos 1.988,41 pontos, e o Nasdaq subiu 0,14%, aos 4.538,55 pontos. Na semana, acumularam, respectivamente, +2,03%, +1,71% e +1,65%.

Blue chips
No Brasil, Petrobras fechou em -1,89% na ON e -1,78% a PN. Vale ON terminou em baixa de 0,60% e Vale PNA, de 0,92%. Bradesco PN caiu 1,57%, Itaú Unibanco PN, 1,13%, BB ON, 0,46%, e Santander unit, 0,97%.

Dólar
O dólar no balcão encerrou em R$ 2,280, com valorização de 0,62%. O giro foi de US$ 1,141 bilhão, com US$ 1 bilhão em D+2. Oscilou da mínima de R$ 2,2710 (+0,22%) para a máxima de R$ 2,2840 (+0,79%). Na semana, acumulou avanço de 0,71%. No mercado futuro, às 16h33, o dólar para setembro era cotado em R$ 2,286, com alta de 0,46%.

Taxas de juros
Na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 terminou a sessão regular em 10,81%, nivelado ao ajuste de anteontem, com 15.040 contratos, e o DI para janeiro de 2016 tinha taxa de 11,27% (156.235 contratos), de 11,32% no ajuste da véspera. Com 281.845 contratos, o DI para janeiro de 2017 fechou na mínima de 11,41%, de 11,52% no ajuste anterior, e o DI para janeiro de 2021, com 82.510 contratos, tinha taxa de 11,57% (mínima), de 11,75% após ajuste de quinta-feira.

(Agência Estado)

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