MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Vale
Subiu
Dólar
Sequência
Tudo indicava que a sessão de ontem interromperia a sequência de ganhos da Bovespa, com um movimento de realização de lucro após cinco pregões de alta, baseada principalmente na valorização dos papéis da Petrobras. Entretanto, o sinal positivo vindo do exterior colaborou e a Bolsa conseguiu fechar com leve avanço após uma sessão bastante volátil, contando com o apoio do desempenho do setor bancário.
Ganhos
O Ibovespa fechou em alta de 0,19%, aos 58.992,11 pontos, maior patamar desde 5 de fevereiro (59.444,97 pontos). Na mínima, registrou 58.558,19 pontos (-0,54%) e, na máxima, 59.207,06 pontos (+0,56%). No mês, acumula ganho de 5,67% e, no ano, de 14,53%. O giro financeiro totalizou R$ 6,35 bilhões. Itaú (+0,58%) e Bradesco (+1,33%), que têm forte peso no índice, ajudaram.
Variação
Só nas quatro sessões anteriores, Petrobras ON havia acumulado variação de +15,10% e a PN, de +14,83%. Ontem, terminaram em queda de 0,10% e 0,28%, respectivamente, acumulando, em agosto, +11,73% e +11,52%. Já a Vale perdeu 0,66% nas ações ordinárias e 0,39% nas preferenciais, pressionada por indicadores negativos sobre a economia da China, maior consumidora de commodities industriais do mundo.
EUA
Nos EUA, o S&P subiu 0,29%, aos 1.992,37 pontos, renovando seu patamar recorde. O Dow Jones teve ganho de 0,36%, aos 17.039,49 pontos, e o Nasdaq avançou 0,12%, aos 4.532,10 pontos. Os dados por lá mostraram uma economia mais firme, como os pedidos de auxílio-desemprego, que caíram caiu 14 mil na semana encerrada em 16 de agosto. Já o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI) industrial de agosto subiu a 58, de 55,8 em julho.
Dólar
O dólar terminou em alta ontem após uma sessão bastante volátil, na qual a moeda oscilou em margens estreitas durante quase todo o dia, acelerando nos últimos minutos. O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2660, um avanço de 0,27%, após oscilar entre a mínima de R$ 2,2520 (-0,35%) e a máxima de R$ 2,2680 (+0,35%). Por volta das 16h30, o giro estava em US$ 1,508 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para setembro ganhava 0,15%, a US$ 2,2730. O volume de negócio era de quase US$ 14,29 bilhões.
Taxas de juros
Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2015 (9.905 contratos) tinha taxa de 10,81%, ante 10,79% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2016 (155.645 contratos) estava em 11,32%, de 11,26% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2017 (293.230 contratos) projetava 11,52%, de 11,42%. E o DI para janeiro de 2021 (105.295 contratos) apontava 11,75%, ante 11,61%.
(Agência Estado)





