MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Bovespa
Desceu
Dólar
Terreno positivo
A entrada de fluxo de estrangeiros no mercado e a alta das bolsas em Nova York ajudou a Bovespa a fechar sua quarta sessão seguida em terreno positivo. No fim do dia, o Ibovespa terminou aos 58.449,29 pontos (+1,54%), maior nível desde 11 de março de 2013. O volume de negócios somou R$ 7,170 bilhões, segundo dados preliminares.
Contagiante
O avanço da bolsa brasileira foi conduzido pela alta das ações da Petrobras, que acabaram contagiando os papéis de outros componentes do índice. Petrobras ON (+3,20%) e Petrobras PN (+2,50). No setor financeiro, Banco do Brasil (+2,29%), Bradesco ON (+3,95%), Bradesco PN (+3,02%) e Itaú Unibanco PN (+3,42%). No mês, a Bovespa acumula alta de 4,69% e no ano, avanço de 13,48%.
Imobiliária
As bolsas de Nova York registraram ganhos nesta sessão, impulsionadas pelo desempenho acima do esperado do setor imobiliário nos Estados Unidos em julho. A busca de uma saída diplomática para a crise na Ucrânia e as conquistas das forças apoiadas pelos EUA no Iraque amenizaram as tensões geopolíticas, alimentando o apetite dos investidores do mercado acionários.
EUA
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,48%, aos 16.919,59 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 0,50%, para 1.981,60 pontos, se aproximando de sua máxima histórica. O índice Nasdaq teve elevação de 0,43%, encerrando o pregão aos 4.527,51 pontos e se mantendo no maior patamar desde março de 2000.
Europa
As principais bolsas da Europa fecharam em alta ontem. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,96%, a 9.334,28. Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,56%, a 6.779,31 pontos. Em Paris, o CAC 40 teve crescimento de 0,56%, a 4.254,45 pontos.
Dólar
No fim do dia, o dólar à vista fechou em R$ 2,2510 (-0,31%) no balcão. O volume de negócios totalizou US$ 1,470 bilhão. No mercado futuro, o dólar para setembro recuava 0,37%, a R$ 2,2580, perto das 16h30.
Taxas de juros
No fim da sessão regular da BM&F Bovespa, o DI para janeiro de 2015 (124.610 contratos) tinha taxa de 10,81%, no mesmo nível do ajuste de anteontem; o DI para janeiro de 2016 (205.110 contratos) projetava taxa de 11,24%, de 11,25% no ajuste da véspera; o DI para janeiro de 2017 (205.010 contratos) estava em 11,36%, de 11,37% no ajuste anterior; e o DI para janeiro de 2021 (66.200 contratos) tinha taxa de 11,53%, de 11,52% após ajuste de segunda-feira. No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em R$ 2,2510 (-0,31%) no balcão.
Das Agências





