MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Petrobras
Desceu
Dólar
Consistência
A pesquisa Datafolha divulgada ontem, que apontou maiores chances de um segundo turno na corrida presidencial, abriu espaço para ganhos consistentes da Bovespa. O viés de alta foi favorecido ainda pelo exterior mais calmo, enquanto o vencimento de opções sobre ações no Brasil trouxe maior volatilidade pela manhã. Passado o exercício, a Bovespa renovou máximas à tarde, para encerrar com ganho de 1,05%, aos 57.560,72 pontos.
Ganhos
Na mínima do dia, a Bolsa brasileira atingiu 56.968 pontos (+0,01%) e, na máxima, 57.665 pontos (+1,23%). No mês, acumula ganho de 3,10% e, no ano, avanço de 11,75%. A Bovespa subiu nas últimas três sessões e acumulou +3,56%.
Dilma
No cenário de maior possibilidade de derrota de Dilma Rousseff, os papéis da Petrobras subiram de forma consistente: +1,27% as ON e +1,69% as PN. No caso da Vale, o papel ON avançou 0,77% e o PNA teve alta de 0,54%.
Calmaria
Nos EUA, em meio a um ambiente mais calmo, os investidores também foram em busca de ações. O índice Dow Jones teve ganho de 1,05%, aos 16.838 pontos, o S&P 500 avançou 0,85%, aos 1.971 pontos, e o Nasdaq avançou 0,97%, aos 4.508 pontos.
Dólar
O dólar recuou ontem ante o real desde o início do dia, embora o movimento tenha ocorrido em margens estreitas. O dólar no balcão cedeu 0,27%, para R$ 2,2580. No mercado futuro, o dólar para setembro caía 0,04%, aos R$ 2,2680.
À vista
No mercado à vista, o dólar oscilou entre a máxima de R$ 2,2640 (estável ante sexta-feira) e a mínima de R$ 2,2550 (-0,40%), em um claro sinal de que as margens de negócios foram estreitas. Isso ocorreu em grande medida porque o mercado já vinha precificando chances maiores de um segundo turno com Marina Silva candidata. O giro à vista somava US$ 918,3 milhões perto das 16h30. O giro no vencimento para setembro estava próximo de U$$ 9,562 bilhões - inferior à média das sessões.
Taxas de juros
No fim da sessão regular, a taxa do contrato futuro de juros com vencimento em janeiro de 2015 (28.895 contratos) estava em 10,81%, na mínima, ante 10,82% do ajuste de sexta-feira. Já a taxa do DI para janeiro de 2016 (221.705 contratos) marcava 11,25%, ante 11,32%. O contrato para janeiro de 2017 (258.440 contratos) tinha taxa de 11,37%, na mínima, ante 11,45% no ajuste. O DI para janeiro de 2021 (77.960 contratos) tinha taxa de 11,52%, ante 11,63%.
Agência Estado





