MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ibovespa
Desceu
Dow Jones
Rumores
A Bovespa ignorou a fraqueza das bolsas norte-americanas e subiu mais de 2% ontem, sustentada, sobretudo, pela disparada de quase 8% das ações da Petrobras. Além do exercício de opções sobre ações, na próxima segunda-feira, as especulações em torno do quadro eleitoral, após a morte de Eduardo Campos (PSB), fizeram os investidores irem às compras.
Segundo turno
O mercado trabalha com a possibilidade de que Marina Silva assuma a vaga, o que ajudaria a garantir a realização de um segundo turno. Além disso, surgiram vários rumores a respeito de quem seria escolhido para ser vice em uma chapa liderada pela ex-senadora.
Giro
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 2,12%, aos 56.963,65 pontos - maior nível desde 29 de julho. Na mínima, registrou 55.817 pontos (estável) e, na máxima, 56.965 pontos (+2,12%). Na semana, registrou elevação de 2,50%. No mês, acumula ganho de 2,03% e, no ano, de 10,59%. O giro financeiro totalizou R$ 6,930 bilhões.
Destaques
Nesse ambiente, Petrobras ON avançou 7,78% e Petrobras PN, 7,85%, as maiores altas do Ibovespa. O exercício de opções sobre ações deu contribuição para o movimento positivo desses papéis e de Vale, que terminou em alta de 1,34% na ON e de 1,06% na PNA. MRV ON subiu 7,12% e foi a terceira maior alta do Ibovespa, favorecida pelo balanço do segundo trimestre.
EUA
No exterior, as bolsas americanas operaram a maior parte do dia no vermelho, mas as perdas foram sendo amenizadas no final. O índice Dow Jones recuou 0,30%, aos 16.662,91 pontos, o S&P 500 cedeu 0,01%, aos 1.955,06 pontos, e o Nasdaq avançou 0,27%, aos 4.464,93 pontos.
Dólar
O dólar à vista negociado no balcão registrou baixa de 0,31%, a R$ 2,2640. Na semana, a moeda norte-americana acumulou desvalorização de 0,92%. No mercado futuro, o dólar para setembro caía 0,24% às 16h35, a R$ 2,2725. O giro financeiro registrado na clearing de câmbio da BM&FBovespa somava, no mesmo horário, US$ 442,6 milhões.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para janeiro de 2015 (348.540 contratos) marcava 10,82%, de 10,83% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2016 (176.520 contratos) indicava mínima de 11,32%, de 11,40% na véspera. O DI para janeiro de 2017 (326.710 contratos) apontava 11,45%, também mínima, de 11,60% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 (100.560 contratos) tinha taxa mínima de 11,63%, de 11,85% anteontem.
(Agência Estado)





