MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
Vale
Ajustes
Num dia de agenda morna, a Bovespa cumpriu um pregão técnico e passou por ajustes à alta da véspera, acompanhando de perto as bolsas internacionais. Vale foi uma das exceções entre as blue chips, ao fechar com pequenos ganhos, mas Petrobras devolveu um pouco os ganhos firmes da véspera. Bancos e siderúrgicas também recuaram e puxaram o Ibovespa para baixo.
Em baixa
O Ibovespa terminou a sessão em baixa de 0,30%, aos 56.442,34 pontos. Na mínima, registrou 56.312 pontos (-0,53%) e, na máxima, 56.811 pontos (+0,35%). No mês, acumula ganho de 1,10% e, no ano, de 9,58%. O giro financeiro totalizou R$ 4,834 bilhões.
EUA
Nos EUA, o Dow Jones terminou em baixa de 0,06%, aos 16.560,54 pontos, o S&P caiu 0,16%, aos 1.933,75 pontos, e o Nasdaq recuou 0,27%, aos 4.389,25 pontos.
Blue chips
Petrobras PN fechou em baixa de 2,33% e a ON, de 1,65%, influenciadas por vendas de estrangeiros. Siderúrgicas, por outro lado, recuaram. Gerdau PN, 1,22%, Metalúrgica Gerdau PN, 0,63%, Usiminas PNA, 0,36%, e CSN ON, 3,35%. Vale, por outro lado, subiu 0,53% na ON e 0,28% na PNA.
Lucro
BB Seguridade ON teve valorização de 1,70%, influenciada pelo forte resultado no segundo trimestre deste ano. A empresa anunciou lucro líquido tanto no conceito contábil como no ajustado de R$ 845,4 milhões, 53,6% maior em relação ao mesmo intervalo de 2013, de R$ 550 milhões.
Líder
CCR ON avançou 3,30% e liderou as altas do Ibovespa depois que suas controladas ViaOeste e SPVias obtiveram liminares que reconhecem o direito à aplicação do índice previsto no contrato de concessão às tarifas de pedágio, a vigorar a partir de 0h de hoje.
Dólar
O dólar acabou fechando em leve alta, de 0,22%, cotado em R$ 2,2790. Na máxima, atingiu R$ 2,2830 (+0,40%) e na mínima, R$ 2,2720 (-0,09%). O giro no mercado à vista somou US$ 1,372 bilhão, sendo US$ 1,276 bilhão em D+2. No mercado futuro, às 16h38, o dólar para setembro estava em R$ 2,2900 (+0,02%).
Taxas de juros
No fechamento da sessão regular da BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 projetava 10,84%, de 10,83% ajuste de anteontem, com 27.310 contratos. O DI janeiro de 2016 (96.180 contratos) projetava 11,37%, ante ajuste de 11,39%, e o DI para janeiro de 2017, taxa de 11,57%, ante 11,59% do ajuste da véspera, e 199.585 contratos. O DI para janeiro de 2021 terminou em 11,78%, de 11,79% após o ajuste de segunda-feira, com 41.630 contratos.
(Agência Estado)





