MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Dow Jones
Subiu
Dólar
Imbróglio
A Bovespa teve um início incerto, mas trabalhou boa parte da manhã em alta. O movimento não se consolidou à tarde, quando a aversão ao risco, por conta de novas notícias sobre o imbróglio Rússia/Ucrânia, acabou gerando uma onda vendedora de ações. A alta de Itaú Unibanco e Petrobras, no entanto, conteve um pouco as perdas domésticas.
Em baixa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,73%, aos 56.202,10 pontos. Na mínima, registrou 56.064 pontos (-0,98%) e, na máxima, em 56.937 pontos (+0,57%). No mês, acumula ganhos de 0,67% e, no ano, de 9,12%. O giro financeiro totalizou R$ 6,565 bilhões.
EUA
No final da sessão, o Dow Jones terminou em baixa de 0,84%, aos 16.429,47 pontos, o S&P caiu 0,97%, aos 1.920,21 pontos, e o Nasdaq recuou 0,71%, aos 4.352,84 pontos.
Bancos
Aqui, Itaú Unibanco PN subiu 1,35%, a terceira maior alta do índice, depois que a instituição anunciou lucro líquido de R$ 4,899 bilhões, montante 36,7% superior ao identificado no mesmo período de 2013.
Ibope
Petrobras ON avançou 0,55% e a PN, 1,29%. Amanhã, sai nova pesquisa de intenção de voto do Ibope, e isso estaria segurando as compras do papel, segundo um profissional.
Telefonia
O setor de telefonia também foi destaque na sessão de ontem, depois que o Grupo Telefónica fez oferta de R$ 20,1 bilhões pela brasileira GVT, da francesa Vivendi. A notícia impactou no papel da Telefônica/Vivo, da TIM e da Oi. TIM ON caiu 8,48% e liderou as baixas do índice, seguida por Oi PN (-7,59%) e Vivo PN (-6,55%).
Dólar
O dólar fechou no patamar mais alto ante o real desde o dia 26 de março, cotado no balcão em R$ 2,2850, com avanço de 1,15%. Em termos porcentuais, é a maior elevação desde 17 de julho (+1,26%). Na máxima, perto das 15 horas, atingiu R$ 2,2860 (+1,20%). A taxa mínima foi registrada na abertura dos negócios, a R$ 2,2630 (+0,18%). A moeda passou o dia todo em alta, mas acelerou a trajetória à tarde, em linha com a reação dos ativos no exterior ao aumento das tensões na Ucrânia. Às 16h37, o dólar para setembro subia 0,97%, a R$ 2,2990.
Taxa de juros
No término da sessão regular, o DI para janeiro de 2015 tinha taxa de 10,87%, de 10,82% no ajuste da véspera; o DI para janeiro de 2016 estava em 11,54%, de 11,31% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2017 projetava taxa de 11,86%, de 11,59% no ajuste de anteontem; e o DI para janeiro de 2021 estava em 12,07%, de 11,87% após ajuste.
(Agência Estado)





