Subiu
Ibovespa
Desceu
Dólar

Calmaria
Em um dia de calmaria no exterior, a Bovespa encontrou espaço ontem para subir mais de 1%, em sintonia com os índices de Nova York e puxada pelos papéis da Petrobras. O Ibovespa - índice de referência da Bolsa brasileira - avançou 1,28%, aos 56.616,33 pontos, com direito a intensificação dos ganhos na reta final do pregão. Foi o segundo avanço consecutivo.

Novo bancoNo fim de semana, o governo de Portugal anunciou o resgate do Banco Espírito Santo (BES), numa operação que envolve a injeção de 4,9 bilhões de euros para a criação de um novo banco. A medida foi bem vista pelos investidores, que enxergaram espaço para a compra de ações em Nova York e também no Brasil.

Consistência
Por aqui, havia certa expectativa em relação ao movimento de Petrobras, após notícias, veiculadas também no fim de semana pela imprensa brasileira, de que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da estatal foi fraudada, já que as perguntas feitas a executivos da companhia por parlamentares teriam sido previamente combinadas. Ainda assim, as ações da estatal subiram ontem de forma consistente, após terem caído mais de 4% nas duas últimas sessões. Petrobras ON teve alta de 2,53% e Petrobras PN avançou 2,31%.

Mineradora
Um pouco mais travada ao longo do dia, a Vale exibiu ganhos maiores na reta final: Vale ON, +1,16% e Vale PNA, +0,56%.

Varejo
No setor de varejo, Lojas Renner subiu 3,32% e Lojas Marisa avançou 9,08%, após rumores de que as duas empresas poderiam passar por uma fusão. A Marisa não se pronunciou sobre o assunto, enquanto a Renner negou.

EUA
Em Nova York, os principais índices de ações sustentaram ganhos, embora mais modestos que os vistos no Brasil. O Dow Jones teve alta de 0,46% e o Nasdaq avançou 0,72%.

Dólar
O dólar apresentou um movimento errático ante o real, para encerrar, em meio a uma liquidez contida, em leve baixa de 0,09%, aos R$ 2,2590 no balcão. No mercado futuro, o dólar para setembro tinha alta de 0,04%, aos R$ 2,2765.

Taxa de juros
No fim da sessão regular, a taxa do DI para janeiro de 2015 (191.120 contratos) estava em 10,82%, de 10,81% no ajuste de sexta-feira, enquanto o DI para janeiro de 2016 (131.045 contratos) projetava 11,31%, de 11,27% no ajuste anterior. Entre os prazos mais longos, o para janeiro de 2017 (269.055 contratos) tinha taxa de 11,59%, de 11,63% após ajuste ao final da semana passada, e o DI para janeiro de 2021 (42.475 contratos) estava em 11,87%, na mínima, de 11,97%.

(Agência Estado)

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