Subiu
Bradesco
Desceu
Banco do Brasil

Queda
A Bovespa engatou a terceira sessão consecutiva de perdas ontem, pressionada pelo recuo dos papéis da Petrobras, construtoras e BM&FBovespa. A expectativa com os dados econômicos dos Estados Unidos e com o resultado do encontro de política monetária do Federal Reserve (banco central norte-americano) deixaram os investidores na defensiva. A bolsa doméstica terminou a sessão em baixa de 1%, aos 57.118,81 pontos. Na mínima, registrou 57.083 pontos (-1,06%) e, na máxima, 58.013 pontos (+0,55%).

Ações
Petrobras ON recuou 2,80% e a PN, 2,63%. O resultado de uma pesquisa de intenção de voto que não foi tão favorável à oposição deu o start para as vendas, reforçadas por um relatório pessimista da Moody's sobre as petrolíferas da América Latina e, em especial, a Petrobras. BM&FBovespa também se destacou entre as baixas, com -4,48%. Vale ON subiu 0,30% e Vale PNA recuou 0,03%.

Reflexo
Bancos operaram a maior parte do dia em alta, ajudados pela nota de crédito do Banco Central. Considerada positiva ao setor, a nota mostrou queda da inadimplência e elevação dos juros ao consumidor. Bradesco PN subiu 0,43%, Itaú Unibanco PN, 0,45%, Santander unit, 0,53%. BB ON recuou 1,55%.
Cyrela ON (-4,84%), PDG ON (-3,97%) e Rossi ON (-3,82%) também estiveram entre as maiores quedas do índice após o Credit Suisse divulgar relatório rebaixando preço-alvo para ações de empresas do setor.

EUA
O Dow Jones terminou o dia em baixa de 0,42%, aos 16.912,11 pontos, o S&P 500 caiu 0,45%, aos 1.969,95 pontos, ambos na mínima do dia, e o Nasdaq recuou 0,05%, aos 4.442,70 pontos. O mercado se dividiu entre o otimismo com o índice de confiança do consumidor americano e a confirmação de restrições da União Europeia contra a Rússia.

Dólar
O dólar passou toda a sessão de ontem em alta diante das moedas emergentes. No balcão, o dólar fechou cotado a R$ 2,2300, com alta de 0,31%. Na máxima, alcançou R$ 2,2310 (+0,36%) perto das 16 horas. A mínima correspondeu à taxa de abertura, de R$ 2,2250 (+0,09%). Às 16h37, o vencimento para agosto tinha valorização de 0,34%, em R$ 2,2320.

Juros
Os juros futuros de curto prazo fecharam perto da estabilidade e os longos, em alta. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 projetava 10,77%, na máxima e no mesmo nível do ajuste de ontem; o DI para janeiro de 2016 projetava 11,07%, de 11,04% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2017 estava em 11,34%, de 11,27% no ajuste da véspera; e o DI para janeiro de 2021 projetava taxa de 11,65%, de 11,57% após ajuste.

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