MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 25 de julho de 2014
(Agência Estado) 
Alinhada
A Bovespa esteve alinhada ao comportamento de queda das bolsas norte-americanas e terminou ontem, em baixa, pressionada ainda pelo recuo dos papéis do setor bancário. Tais ações tiveram comportamento negativo a despeito de o Banco Central ter anunciado, pela manhã, a liberação de depósitos compulsórios que, em tese, deverão estimular a concessão de crédito. Mesmo com a queda de ontem, a bolsa brasileira teve mais uma semana de ganhos, a quarta consecutiva.
Em baixa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,27%, aos 57.821,08 pontos. Na mínima, registrou 57.648 pontos (-0,57%) e, na máxima, 58.069 pontos (+0,16%). No mês, acumula ganho de 8,75% e, no ano, de 12,26%. Na semana, subiu 1,42%, acumulando +8,77% nas últimas quatro. O giro financeiro foi fraco e somou R$ 4,682 bilhões, segundo dados preliminares.
Movimento
Bradesco PN recuou 0,84%, Itaú Unibanco PN perdeu 0,42% e BB ON recuou 1,08%. Santander Unit, porém, subiu 0,13%. Petrobras e Vale operaram em alta, apesar de terem perdido fôlego à tarde. A ação ON subiu 1,21% e o PN, 0,89%. Vale ON registrou alta de 0,12% e PNA ficou estável.
Nos EUA
Nos EUA, as bolsas terminaram o dia em baixa, num dia esvaziado de indicadores e reagindo a informes de resultados de empresas como Visa e Amazon.com. Dow Jones recuou 0,72%, aos 16.960,57 pontos, S&P 500 caiu 0,48%, aos 1.978,34 pontos, e Nasdaq perdeu 0,50%, aos 4.449,56 pontos.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o juro para outubro de 2014 (14.555 contratos) estava na máxima de 10,795%, de 10,794% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2015 (146.285 contratos) marcava 10,77%, de 10,78% no ajuste de quinta-feira. A taxa do DI para janeiro de 2016 (159.705 contratos) indicava 11,03%, de 11,09% na véspera. O DI para janeiro de 2017 (210.110 contratos) apontava 11,24%, de 11,29% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 (66.605 contratos) tinha taxa de 11,51%, de 11,53% quinta-feira.
Dólar
O dólar teve um pregão majoritariamente de alta ante o real e a maior parte das demais divisas, influenciado sobretudo pelo ambiente externo. Em meio a incertezas que perduram sobre as relações entre Rússia, Ucrânia e países ocidentais, os investidores optaram pela segurança da moeda dos EUA antes do fim de semana. O dólar à vista no balcão encerrou com valorização de 0,36%, cotado a R$ 2,2280. Na semana, a moeda ficou praticamente no zero a zero, com leve baixa de 0,09%. O giro financeiro à vista na sessão de ontem era de cerca de US$ 1,582 bilhão às 16h30. O dólar futuro para agosto, no mesmo horário, subia 0,18%, a R$ 2,2310.


