Subiu
Petrobras
Desceu
Ibovespa

Em queda
O mau humor nas bolsas internacionais, somado ao estouro do teto da meta pelo IPCA acumulado até junho, segurou a Bovespa em queda ontem, em pregão encurtado pelo jogo da semifinal da Copa do Mundo. A bolsa doméstica seguiu a queda das bolsas norte-americanas e europeias e o Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,31%, aos 53.634,69 pontos. Na mínima, registrou 53.459 pontos (-0,64%) e, na máxima, 53.905 pontos (+0,19%). No mês, acumula ganho de 0,88% e, no ano, de 4,13%. O giro financeiro totalizou R$ 3,102 bilhões.

EUA
Em Nova York, as bolsas exibiam mau humor, em parte por causa do elevado valor das ações, após as altas que conduziram os índices a recordes na última semana. Além disso, ontem à noite começou a temporada de balanços do segundo trimestre com a Alcoa e o mercado passou a olhar se a recuperação dos últimos indicadores se repetiram nos resultados das empresas. No primeiro trimestre, o inverno rigoroso foi apontado como causa para números não muito satisfatórios e agora é hora de provar se essa explicação tinha mesmo fundamento.

Inflação
No Brasil, foi o IPCA que deu o tom negativo, depois que a alta de 0,40% em junho levou o resultado acumulado em 12 meses para 6,52%, acima do teto de 6,50%. Os especialistas do mercado acreditam que a inflação deve voltar ao intervalo da meta - longe do centro de 4,5% ainda, portanto - em setembro.

Altas
A lista de maiores altas ontem na Bovespa foi liderada por BB ON (+1,57%), Marfrig ON (+1,20%) e BB Seguridade ON (+1,01%). A de maiores quedas, por Oi PN (-5,68%), MMX ON (-3,83%) e Santander unit (-3,14%). Ainda no setor financeiro, Bradesco PN caiu 1,08% e Itaú Unibanco PN, 0,53%. Vale ON subiu 0,03% e PNA, 0,29%. O Barclays elevou o papel de underweight para equalweight. Petrobras ON teve elevação de 0,19% e a PN, de 0,29%.

Dólar
No Brasil, o dólar à vista negociado no balcão fechou com recuo de 0,49%, cotado a R$ 2,2140. No mercado futuro, a moeda para agosto fechou com queda de 0,54%, a R$ 2,2295. O volume de negócios ficou em US$ 8,36 bilhões.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o contrato de DI para janeiro de 2015 (32.145 contratos) apontava 10,77%, nivelado ao ajuste anterior. Nos trechos intermediário e longo da estrutura a termo da curva de juros, o DI para janeiro de 2016 (34.445 contratos) marcava 11,07%, igual ao da véspera. O DI para janeiro de 2017 (63.990 contratos) indicava 11,40%, de 11,41% no ajuste de ontem. E o DI para janeiro de 2021 (10.930 contratos) mostrava 11,89%, de 11,88% no ajuste anterior.

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