MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Bovespa
Subiu
CSN
Viés negativo
Em um início de semana marcado pela baixa liquidez, a Bovespa pegou carona ontem no viés negativo vindo de Nova York, onde os investidores realizaram lucros após os ganhos mais recentes. A piora das projeções sobre a economia brasileira no relatório Focus e os dados fracos divulgados pela Anfavea também pesaram sobre a bolsa, mas a melhora do setor siderúrgico durante a tarde suavizou o movimento.
Poucos negócios
O índice Bovespa terminou em baixa de 0,47%, aos 53.801,83 pontos. Na mínima, registrou 53.376 pontos (-1,26%) e, na máxima, 54.042 pontos (-0,03%). No mês, acumula ganho de 1,19% e, no ano, de 4,46%. O giro financeiro totalizou R$ 3,893 bilhões. O ambiente foi de poucos negócios, antes da sessão reduzida de hoje, em função do jogo do Brasil na Copa do Mundo, e do feriado de quarta-feira em São Paulo. O Dow Jones terminou o dia em queda de 0,26%, aos 17.024,21 pontos, S&P caiu 0,39%, aos 1.977,65 pontos, e o Nasdaq teve retração de 0,77%, aos 4.451,53 pontos.
Blue chips
Entre as blue chips, Petrobras e Vale contribuíram para o recuo do índice à vista. Petrobras ON cedeu 1,35% e Petrobras PN teve baixa de 1,26%. Vale passou por realização de lucros, após cinco sessões de ganhos. O papel ON teve baixa de 1,35% e o PNA cedeu 0,72%.
Siderúrgicas
O recuo do Ibovespa, porém, foi mesmo amenizado pela melhora das siderúrgicas. CSN ON subiu 3,17%. Gerdau PN avançou 1,16%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,56%, e Usiminas PNA, 0,12%.
Dólar
O dólar à vista negociado no balcão subiu ontem praticamente durante todo o dia, em um ambiente de baixíssima liquidez e poucos indicadores capazes de direcionar os negócios. O dólar à vista fechou em alta de 0,45%, a R$ 2,2250. A moeda oscilou em margens bastante estreitas durante todo o dia, entre a mínima de R$ 2,2140 (-0,05%) às 9h13 e a máxima de R$ 2,2260 (+0,50%) às 16h26, já perto do fechamento. O giro foi fraco, próximo de US$ 565,5 milhões no segmento à vista perto das 16h30, sendo US$ 497,6 milhões em D+2. No mercado futuro, o dólar para agosto subia 0,31%, para R$ 2,2375.
Taxas de juros
No fim da sessão regular, o DI para janeiro de 2015 (103.535 contratos) apontava 10,77%, de 10,76%. Nos trechos intermediário e longo da estrutura a termo da curva de juros, o DI para janeiro de 2017 (100.990 contratos) marcava 11,41%, de 11,43%. E o DI para janeiro de 2021 (21.380 contratos) mostrava 11,88%, de 11,90%.
(Agência Estado)





