MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Ibovespa
Subiu
Bolsas nos EUA
Em baixa
O Ibovespa terminou ontem a sessão em baixa de 0,27%, aos 53.028,78 pontos, menor patamar desde os 51.558,79 pontos de 5 de junho. Na mínima, registrou 52.735 pontos (-0,82%) e, na máxima, 53.245 pontos (+0,14%). No mês, acumula perda de 0,26% e, no ano, alta de 2,95%. O giro financeiro totalizou R$ 5,899 bilhões.
Indústria
Os dados da produção industrial brasileira em maio foram fracos e engrossaram a lista de indicadores que mostram fragilidade da economia do País. Isso tem tirado o apetite dos investidores, sobretudo por fazê-los desistir de compras de longo prazo. Outros dados divulgados ontem também foram fracos, como os números de vendas da Fenabrave e da confiança dos industriais paulistas.
Eleições
À tarde, o encerramento da pesquisa Datafolha sobre intenção de votos, que deve sair nos próximos dias, também foi precificado. Petrobras passou a cair por causa da expectativa de que Dilma Rousseff suba nas intenções de voto. No fim, Petrobras se recuperou e a ON subiu 0,25%, enquanto a PN caiu 0,41%.
Financeiras
Bancos recuaram firme, sem motivo aparente. Um operador comentou que, como o setor tem o maior peso individual na bolsa, para puxá-la para baixo o investidor se desfaz desses ativos. Itaú Unibanco PN caiu 1,62%, Bradesco PN, 0,31%, BB ON, 1,68%, mas Santander Unit subiu 0,13%.
Vale
Vale ON avançou 2,66%, PNA, 2,81%. Gerdau PN subiu 2,71%, Metalúrgica Gerdau PN, 2,81%, Usiminas PNA, 4,65%, e CSN ON, 3,43%.
Nos EUA
A Bovespa fechou na contramão de Nova York, onde o Dow Jones subiu 0,12%, aos 16.976,24 pontos, e o S&P avançou 0,07%, aos 1.974,62 pontos, ambos em novos patamares recorde.
Dólar
Com dados positivos sobre o mercado de trabalho nos EUA e em meio à perspectiva de que o Banco Central não deve rolar todos os contratos de swap que vencem em agosto, o dólar teve uma sessão de ganhos. A divisa terminou cotada a R$ 2,2240, em alta de 0,86%. No mercado futuro, o contrato para agosto avançava 0,81%, a R$ 2,2390. O giro total somava R$ 825,3 milhões.
Taxas de juros
A alta da moeda norte-americana e dos yields dos Treasuries pressionou os juros. A taxa do DI para janeiro de 2015 (99.410 contratos) estava em 10,76%, de 10,77% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 (117.550 contratos) apontava 11,13%, de 11,11% ontem. O juro para janeiro de 2017 (263.645 contratos) indicava 11,49%, de 11,43%, e o para janeiro de 2021 (39.015 contratos), máxima de 11,97%, de 11,90%. (Agência Estado)





