Subiu
Bovespa
Desceu
Dow Jones

Volatilidade
Numa sessão marcada pela volatilidade das blue chips Petrobras e Vale, ontem, a Bovespa operou na maior parte do dia no território negativo. O índice à vista chegou a oscilar abaixo dos 53 mil pontos, mas a virada dos papéis da petrolífera e da mineradora para o positivo segurou as perdas à tarde. No fim, o Ibovespa terminou em leve alta de 0,02%, aos 53.168,22 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 5,355 bilhões.

Resultados
O resultado de junho foi positivo (+3,77%) e o desempenho de abril a junho (+5,46%) conseguiu anular dois trimestres seguidos de perdas, sendo o melhor resultado desde os +10,29% auferidos de julho a setembro de 2014. No semestre, o Ibovespa acumulou alta de 3,23%. No primeiro semestre do ano passado, a bolsa havia tido perdas de 22,14%.

Mau humor
Pela manhã, o mau humor entre os investidores foi maior, após mais um dado ruim ter sido divulgado pelo Banco Central. O resultado consolidado do setor público em maio mostrou um deficit bem pior do que a mediana prevista e quase no piso das projeções, em R$ 11,046 bilhões (piso de R$ -11,7 bilhões), o segundo pior resultado da história. Na sexta-feira, o resultado do Governo Central já havia azedado o humor ao mostrar um déficit recorde para meses de maio (-R$ 10,502 bilhões).

Capitalização
Após uma sessão de grande volatilidade, Petrobras ON teve alta consistente de 1,18% e Petrobras PN avançou 0,52%. No caso da Vale, o papel ON subiu 0,62% e o PNA teve ganho de 0,53%.

EUA
Em Nova York, o dia foi marcado por ajustes de carteiras, em função do fim do semestre. A falta de indicadores mais relevantes fez os principais índices encerrarem sem uma direção única: o Dow Jones caiu 0,15%, o S&P 500 cedeu 0,04% e o Nasdaq teve alta de 0,23%.

Dólar
O dólar fechou em alta de 0,64% no balcão, a R$ 2,2120. No mercado futuro, a moeda para agosto, a mais líquida, subia 0,77%, a R$ 2,2320. No semestre, o dólar no balcão acumulou uma queda de 6,11%. No trimestre, o recuo acumulado foi de 2,43%.

Taxas de juros
A taxa do vencimento para janeiro de 2015 (24.140 contratos) fechou a sessão regular em 10,78%, ante 10,79% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2016 (44.180 contratos) marcou 11,17%, ante 11,16% do pregão anterior. Entre os vencimentos mais longos, a taxa do contrato para janeiro de 2017 (103.440 contratos) ficou em 11,54%, ante 11,50%, e o DI para janeiro de 2021 (23.895 contratos) marcou 12,06%, ante 12,00%.

(Agência Estado)

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