MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Bovespa
Desceu
Bradesco
Suporte
A Bovespa terminou a sessão de ontem com leve alta, recebendo algum suporte do avanço das ações da Vale, apesar de os ganhos terem sido limitados pela queda das ações de alguns bancos e pelo desempenho volátil dos papéis da Petrobras. A queda das bolsas dos EUA também ajudou a reduzir o apetite por risco na Bovespa.
Giro
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 0,15%, aos 53.506,75 pontos. Na mínima do dia, registrou 53.331 pontos (-0,18%) e, na máxima, 53.790 pontos (+0,68%). No mês, acumula ganho de 4,43% e, no ano, de 3,88%. O giro financeiro totalizou R$ 4,781 bilhões, segundo dados preliminares.
Volatilidade
A Bovespa registrou volatilidade pela manhã, em meio à alta das ações da Vale e dos bancos - que recuaram fortemente ontem devido à nota de crédito do Banco Central - e à queda das bolsas de Nova York, que foram pressionadas por comentários de um membro do Federal Reserve.
Minério de ferro
A bolsa conseguiu firmar-se em território positivo mais tarde, à medida que a Vale manteve os ganhos, desencadeados pela recuperação dos preços internacionais do minério de ferro. Mas, no decorrer do dia, o desempenho misto dos papéis dos bancos e da Petrobras acabou por levar o Ibovespa a perder força e fechar perto da estabilidade.
Corporações
Entre os destaques corporativos, Vale ON (+2,37%) e Vale PNA (+2,17%). No setor financeiro, Bradesco ON (-0,21%), Bradesco PN (-0,21%), Banco do Brasil ON (-0,59%), Itaú Unibanco (-0,34%) e Santander (-0,13%).
Dólar
O dólar terminou em queda, no menor patamar desde 30 de outubro de 2013, após passar grande parte da tarde perto da estabilidade e operando em intervalos estreitos. No fim da negociação no balcão, o dólar à vista terminou em baixa de 0,36%, para R$ 2,1980, menor patamar desde 30 de outubro de 2013. O giro de negócios somou US$ 1,638 bilhão, sendo US$ 1,554 bilhão em D+2. No mercado futuro, o dólar para julho era negociado a R$ 2,1995 (-0,50%).
Taxas de juros
As taxas de juros futuras terminaram praticamente estáveis. No fim da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 (211.690 contratos) tinha taxa de 10,79%, de 10,78% no ajuste de anteontem; o DI para janeiro de 2016 (122.370 contratos) tinha taxa de 11,12%, de 11,09% no ajuste da véspera; o DI para janeiro de 2017 (188.745 contratos) projetava taxa de 11,41%, de 11,39% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2021 (29.665 contratos) estava em 11,84%, ante 11,85% anteontem.
(Agência Estado)





