MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
Bovespa
Leve alta
A Bovespa fechou ontem em leve alta, após reduzir os ganhos na reta final dos negócios, conduzida pelo declínio dos papéis da Petrobras. No fim dos negócios, o Ibovespa subiu 0,13%, aos 54.280,78 pontos. Na máxima da sessão, a bolsa atingiu 55.002 pontos (+1,46%) e, na mínima, 54.094 pontos (-0,21%). No mês, a bolsa acumula alta de 5,94% e, no ano, avanço de 5,39%. O giro de negócios somou R$ 6,260 bilhões.
Ajuste técnico
A Bovespa abriu a sessão em alta em meio a um movimento de ajuste técnico após duas sessões seguidas de perdas. A alta das bolsas dos EUA na abertura da negociação em Nova York também forneceu suporte para o avanço do Ibovespa, embora os mercados acionários norte-americanos tenham invertido o sinal mais tarde, devido a preocupações com o Iraque. Mesmo assim, a Bovespa conseguiu manter os ganhos durante parte da tarde, mas acabou perdendo força na reta final do pregão, pressionada pelo recuo dos papéis da Petrobras.
Petróleo
As ações da estatal, que chegaram a subir 2% durante a manhã, zeraram os ganhos e passaram a cair na segunda parte da sessão, após notícia de que o governo federal decidiu, em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), no Palácio do Planalto, que irá conceder em regime de partilha quatro campos de petróleo para exploração da Petrobras. Os papéis ON da Petrobras terminaram em queda de 2,67% e os PN caíram 3,61%.
Ações
As ações do setor financeiro figuraram entre os destaques positivos da sessão. Bradesco PN (+1,56%), Bradesco ON (+2,22%), Banco do Brasil (+1,50%) e Itaú Unibanco (+0,18%). As ações da Vale recuaram ON (-1,37%) e Vale PN (-1,41%).
Dólar
O dólar fechou em alta ante o real beneficiado por uma conjunção de fatores. O dólar à vista no balcão terminou com alta de 0,36%, na máxima de R$ 2,2260. O giro estava em US$ 1,83 bilhão por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para julho avançava 0,34%, a R$ 2,2300. O volume de negociação era de quase US$ 12,97 bilhões.
Juros
Os juros futuros terminaram em queda, em meio a novos sinais de fragilidade da atividade econômica brasileira. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para outubro de 2014 (40.000 contratos) tinha taxa de 10,790%, exatamente no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (76.505 contratos) marcava 10,77%, de 10,78% na véspera. O DI para janeiro de 2017 (198.060 contratos) indicava 11,45%, de 11,50%. E o DI para janeiro de 2021 (34.875 contratos) projetava 11,88%, de 11,93% antes.
(Agência Estado)





