MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
Dow Jones
Agenda vazia
A Bovespa teve ontem o segundo pregão seguido de perdas, em um dia marcado pela agenda esvaziada de indicadores. O vencimento de opções sobre ações engordou o giro, mas as oscilações do Ibovespa foram contidas. O índice à vista chegou a operar em alta pela manhã, em sintonia com o exterior, mas o movimento predominante foi de baixa. No fim, a Bovespa registrou queda de 0,32%, aos 54.629,55 pontos.
Opções
Na cotação mínima, o Ibovespa registrou 54.475 pontos (-0,61%) e, na máxima, 54.855 pontos (+0,09%). No mês, o índice acumula ganho de 6,62% e, no ano, avanço de 6,06%. O giro financeiro totalizou R$ 8,534 bilhões, sendo R$ 3,174 bilhões do exercício de opções sobre ações. Este exercício, aliás, conduziu os negócios. Muitos investidores que não foram exercidos, sobretudo em algumas séries mais altas de preços, foram ao mercado devolver o papel.
Eleição
Petrobras, um dos papéis que mais reagem aos levantamentos eleitorais, ontem recuou com a correção após o exercício e em meio ao aumento da tensão no Iraque e Ucrânia, que podem vir a pressionar o preço do petróleo. A ação ON caiu 1,23% e a PN cedeu 1,32%. Vale, ainda em meio à queda do preço do minério de ferro, caiu 0,63% na ON e 1,09% na PNA.
EUA
Em Nova York, o índice Dow Jones teve leve alta de 0,03%, aos 16.781,01 pontos, o S&P 500 subiu 0,08%, aos 1.937,78 pontos, e o Nasdaq avançou 0,24%, aos 4.321,11 pontos. Se por um lado as tensões no Iraque e na Ucrânia pesaram, por outro os indicadores econômicos divulgados nos EUA agradaram.
Dólar
O dólar manteve-se em alta ante o real ontem, com os investidores de olho no cenário externo. Só que os leilões de swap do Banco Central e a perspectiva de fluxo para o Brasil seguraram um pouco as cotações, o que fez o dólar terminar com ganho de apenas 0,27% no balcão, a R$ 2,2360.
Taxas de juros
Como vem ocorrendo nas últimas semanas, os negócios na renda fixa foram reduzidos ontem. No fim da sessão regular, a taxa do contrato futuro de juros para janeiro de 2015 estava em 10,80%, igual a sexta-feira. O vencimento para janeiro de 2017 marcava 11,51%, ante 11,42%, enquanto o contrato para janeiro de 2021 tinha taxa de 11,92%, na máxima, ante 11,74%. No geral, apesar dos movimentos mais recentes dos juros, o mercado não precifica mais elevações da Selic (a taxa básica de juros) este ano.
Agência Estado





