Desceu
Vale
Subiu
Petrobras

Contramão
Depois de quatro pregões consecutivos de alta, período no qual acumulou valorização de quase 7%, a Bovespa voltou do feriado de ontem realizando um pouco dos lucros, na contramão do exterior e conduzida pela baixa das ações da Vale. No fim da tarde, os papéis da Petrobras se firmaram em alta e ajudaram a minimizar um pouco as perdas do Ibovespa.

Giro de negócios
O principal índice da bolsa encerrou com baixa de 0,54%, aos 54.806,64 pontos. Na mínima, chegou aos 54.649 pontos (-0,82%) e, na máxima, marcou 55.104,18 pontos (estável). O giro de negócios totalizou R$ 5,728 bilhões e só não foi pior devido às movimentações antes do exercício de opções sobre ações e de opções sobre Ibovespa e Ibovespa futuro na próxima semana. Agora, a Bovespa sobe 6,96% no mês e 6,41% no ano.

Destaques
Entre os destaques de queda do Ibovespa, as ações ON e PNA da Vale caíram 3,51% e 2,46%, respectivamente, se ajustando ao recuo de mais de 3,0% de suas ADRs negociadas em Nova York anteontem. Os papéis das siderúrgicas também recuaram: Gerdau PN (-1,74%); Metalúrgica Gerdau PN (-2,49%); CSN ON (-1,88%); e Usiminas PNA (-2,69%).

Maiores altas
As ações ON e PN da Petrobras subiram 1,02% e 0,58%, respectivamente, ajudadas pelo vencimento de opções sobre ações, que ocorre na próxima segunda-feira. Na lista de maiores altas do Ibovespa estiveram Souza Cruz (+1,87%), Cosan (+1,72%) e BB Seguridade ON (+1,63%). Na outra ponta, as baixas foram puxadas por Gafisa ON (-4,73%), Tractebel ON (-4,08%) e Gol PN (-3,90%).

Dólar
O dólar passou boa parte da manhã alinhado ao exterior e em alta diante do real. À tarde, a moeda passou a cair em meio a operações de day trade, aos leilões de swap do Banco Central e também devido à expectativa de entrada de recursos no Brasil, com as captações contabilizadas recentemente. Assim, o dólar acabou em baixa de 0,13% no mercado à vista de balcão, cotado a R$ 2,2300. O giro financeiro na clearing de câmbio da BM&FBovespa estava em US$ 1,296 bilhão às 16h25. No mesmo horário, o dólar futuro para julho recuava 0,27%, cotado a R$ 2,2380.

Taxas de juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para janeiro de 2015 (162.165 contratos) marcava 10,80%, de 10,81% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2016 (107.450 contratos) indicava 11,20%, de 11,30% na quarta-feira. Entre os vencimentos mais longos, o DI para janeiro de 2017 (159.390 contratos) apontava 11,42%, de 11,55% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 (35.180 contratos) tinha taxa de 11,74%, ante 11,86% no ajuste de quarta-feira.

Agência Estado

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