Subiu
Ibovespa
Desceu
Vale ON

Máxima
A Bovespa terminou na máxima da sessão ontem, estendendo os ganhos do dia anterior, mas dessa vez impulsionada pelas ações da Petrobras. O resultado da bolsa brasileira contrariou a queda registrada pelas bolsas internacionais, que foram pressionadas por um movimento de correção após terem registrado máximas recentemente. A sessão foi marcada pelo giro fraco de negócios, que totalizou R$ 4,992 bilhões, segundo dados preliminares.

Alta
No término do pregão, o Ibovespa subiu 0,83%, para 52.032,38 pontos, na máxima do dia. Na mínima, registrou 51.377 pontos (-0,44%). No ano, a bolsa acumula alta de 1,02% e no mês, ganho de 1,55%.

Destaques
Entres os destaques de alta da sessão estavam as ações da Petrobras, que subiram 1,92% (ON) e 1,81% (PN). Segundo o sócio-gestor da Cultinvest Asset Management, Walter Mendes, a alta das ações da estatal reflete dados positivos da balança comercial. Operadores lembraram ainda que o papel da companhia tem andado muito em cima do cenário político e que está prevista para esta semana nova pesquisa da DataFolha. As ações da Gerdau também terminaram em alta, de 2,42%, ajudadas por dados econômicos favoráveis nos EUA, entre eles as vendas fortes das montadoras no mês de maio.

Contramão
Na mão contrária, as ações da Vale recuaram 1,00% (ON) e 1,07% (PN), devolvendo parte dos ganhos registrados na sessão anterior. Operadores citaram dados divulgados na China, que mostraram que o índice dos gerentes de compras (PMI) industrial, medido pelo HSBC, subiu para 49,4 em maio, de 48,1 em abril, mas ficou abaixo da leitura preliminar, que sugeria avanço a 49,7.

Dólar
O dólar fechou em alta ontem, pela segunda sessão consecutiva, mais uma vez conduzido pelas especulações sobre o futuro do programa de leilões de contratos de swaps cambiais do Banco Central e também pelo ambiente externo. No fim do dia, o dólar à vista no balcão subiu 0,26%, cotado a R$ 2,2790. O giro no mercado à vista totalizava, por volta de 16h30, R$ 1,47 bilhão, sendo R$ 1,40 bilhão em D+2. No mercado de câmbio futuro, o dólar para julho recuava 0,02%, a R$ 2,2935.

Juros
A valorização do dólar, somada à alta dos juros dos Treasuries, propiciou o avanço das taxas de juros domésticas ontem. No fim do pregão regular na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 projetava taxa de 10,85% (44.520 contratos), ante 10,84% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 11,80% (282.025 contratos), de 11,69%; e o DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,23% (44.635 contratos), de 12,12%, na mesma base de comparação.

Agência Estado

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