MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Petrobras ON
Consistente
A Bovespa fechou em alta consistente ontem, impulsionada por um movimento de recuperação, após ter fechado em baixa o mês de maio. As ações da Vale foram o destaque positivo da sessão, depois de indicadores econômicos da China anunciados no fim de semana aliviarem os temores sobre uma desaceleração econômica no maior consumidor de commodities do mundo.
Alta
No fim da sessão, o Ibovespa subiu 0,72%, para 51.605,83 pontos. O giro de negócios somou R$ 4,991 bilhões. Na máxima, a bolsa atingiu 51.879 pontos (+1,25%) e na mínima, 51.239 pontos (estável). No ano, a bolsa acumula alta de 0,19%. Vale fechou com alta de 2,61% (ON) e 2,11% (PNA).
Limite
A queda das ações da Petrobras limitou um pouco os ganhos da bolsa brasileira. Os papéis da estatal foram pressionados pelo dado de produção de abril, que decepcionou o mercado e ficou abaixo do esperado por analistas. A produção atingiu a média de 1,933 milhão de barris/dia em abril no Brasil, superando em 0,4% a produção de março. Incluindo-se a parcela operada pela Petrobras para seus parceiros no Brasil, foi de 2,034 milhões de barris por dia, aumento de 0,4% na comparação com o mês anterior. No fim da sessão, Petrobras ON caiu 0,51% e Petrobras PN perdeu 0,54%.
Juros
As taxas de juros futuras fecharam a sessão em alta, principalmente na ponta mais longa, recebendo suporte dos ganhos do dólar e dos juros dos Treasuries. No fechamento da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 (133.420 contratos) tinha taxa de 10,84%, igual ao ajuste de sexta-feira; o DI para janeiro de 2017 (290.145 contratos) tinha taxa de 11,69%, de 11,64%; o DI para janeiro de 2021 (49.300 contratos) projetava taxa de 12,12%, de 11,99% no último ajuste.
Dólar
O dólar fechou a primeira sessão de junho com a maior cotação ante o real em dois meses, ajudado pelas especulações sobre o programa de leilões de swaps cambiais do Banco Central e pela cautela antes de uma agenda pesada de indicadores nesta semana. O avanço do dólar ante outras divisas no exterior também contribuiu para o forte desempenho da moeda no âmbito doméstico. No fim do dia, o dólar fechou cotado a R$ 2,2730 (+1,47%) no balcão, marcando o maior patamar desde 3 de abril e com a alta porcentual mais expressiva desde 11 de dezembro de 2013. O giro financeiro registrado na clearing de câmbio da BM&FBovespa totalizava US$ 1,12 bilhão, sendo US$ 1,04 bilhão em D+2. No mercado futuro, o dólar para julho subia 1,42%, a R$ 2,2900.
Agência Estado





