Subiu
Dow Jones
Desceu
Ibovespa

Baixa
A Bovespa teve mais uma sessão de baixa, mas o movimento foi forte o suficiente para anular os ganhos do mês, levando o Ibovespa a perder 0,75% em maio, após dois meses consecutivos de ganhos. Tal comportamento no pregão de ontem esteve atrelado à forte baixa das ações da Vale, em dia de novo recuo nos preços do minério de ferro. Mas as perdas foram generalizadas e Petrobras também esteve entre os destaques de baixa.

Recuo
O Ibovespa terminou a sessão com recuo de 1,91%, na mínima de 51.239,34 pontos - menor nível desde 30 de abril. Na máxima, foi aos 52.233 pontos (-0,01%). Pela segunda semana consecutiva, acumulou perda de 2,63%. Com o resultado de ontem, fechou maio em queda de 0,75% e passou a acumular baixa de 0,52% em 2014. O giro financeiro foi expressivo e totalizou R$ 8,839 bilhões.

Destaques
Ontem, o destaque de baixa foi Vale, com perda de 3,20% na ON e 3,75% na PNA.
As siderúrgicas também recuaram: Gerdau PN, -2,84%, Metalúrgica Gerdau PN,-3,09%, Usiminas PNA, -2,35%, e CSN ON, -2,50%. Petrobras ON recuou 3,02% e PN, 3,53%. Bradesco PN, -3,01%, Itaú Unibanco PN, -2,51%, BB ON, -1,85%, e Santander unit, -0,26%.

Sem direção
Nos EUA, em meio a indicadores mistos, as bolsas terminaram sem direção única. O Dow Jones encerrou o pregão em alta de 0,11%, aos 16.717,17 pontos, e S&P 500 subiu 0,18%, aos 1.923,56 pontos - ambos em novos patamares recordes. E o Nasdaq caiu 0,13%, aos 4.242,62 pontos.

Dólar
O dólar exibiu valorização consistente ante o real praticamente durante toda a sessão de ontem, pressionado pela retirada de recursos do sistema ontem. O dólar à vista no balcão encerrou com valorização de 0,72%, a R$ 2,2400. No mês, houve alta de 0,27%. No ano, porém, a moeda ainda cai 4,92%. O giro financeiro registrado na clearing de câmbio da BM&FBovespa totalizava US$ 1,938 bilhão às 16h35.

Juros
As taxas futuras de juros tiveram ontem um dia de volatilidade, mas acabaram perto dos ajustes, inclusive com discreto viés de queda. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para outubro de 2014 (162.335 contratos) estava em 10,830%, de 10,829% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (421.175 contratos) marcava mínima de 10,84%, de 10,86% no ajuste de quinta-feira. Na ponta mais longa da curva de juros, o DI para janeiro de 2017 (214.660 contratos) apontava 11,64%, também mínima, de 11,68% na véspera. E o DI para janeiro de 2021 (52.750 contratos) registrava 11,99%, de 12,03% no ajuste anterior.

Agência Estado

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