Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa

De ombros
São Paulo - Apesar da alta das bolsas norte-americanas no retorno do feriado, a Bovespa deu de ombros e operou majoritariamente em baixa, pressionada pela venda de estrangeiros e com a queda firme de elétricas, Petrobras e Vale. O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,44%, aos 52.172,36 pontos, menor patamar desde os 51.626,69 pontos de 30 de abril. Na mínima, registrou 52.079 pontos (-1,61%) e, na máxima, 53.309 pontos (+0,71%). No mês, acumula ganho de 1,06% e, no ano, de 1,29%. O giro financeiro totalizou R$ 5,479 bilhões.

Voláteis
As ações dos bancos tiveram muita volatilidade, em meio a um noticiário farto nesta véspera do julgamento da constitucionalidade dos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. No final da sessão, apenas Bradesco seguiu em baixa, de 1,53%. Itaú Unibanco PN subiu 0,06%, BB ON, 0,62%, e Santander unit, 0,73%.

Destaques
As elétricas também se destacaram em baixa ontem, com o noticiário negativo em torno da possibilidade de racionamento no País. Copel PNB, -4,75%, liderou as baixas do Ibovespa. Cesp PNB, -3,36%; Energias do Brasil ON, -3,16%; CPFL ON, -2,91%; Eletrobras ON, -3,05%; Eletrobras PNB, -2,33%. Cemig PN caiu 3,98%, a terceira maior baixa do índice. Light ON recuou 3,17%. Petrobras e Vale foram porta de saída de investidores ontem. Petrobras ON caiu 2,21% e PN, 2,07%. Vale ON recuou 1,72% e Vale PNA, 0,86%.

Dólar
O dólar subiu ante o real ontem, impulsionado por indicadores norte-americanos positivos e pelas especulações sobre mudanças no programa de swap cambial do Banco Central (BC). O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2410, uma alta de 0,76%. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 886,64 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para junho avançava 0,72%, a R$ 2,2440. O giro estava em quase US$ 13,16 bilhões.

Juros
Os juros futuros apresentaram altas consistentes ontem, especialmente na ponta longa, acompanhando a valorização do dólar e com um movimento de correção, após as quedas recentes. Por outro lado, dados de inflação no piso das projeções e a retração nos yields dos Treasuries impediram ganhos maiores. Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (60.970 contratos) marcava 10,849%, de 10,829% no ajuste de segunda. O DI para janeiro de 2015 (164.365 contratos) apontava 10,91%, de 10,90% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2017 (183.295 contratos) indicava 11,89%, de 11,81%. E o DI para janeiro de 2021 (31.450 contratos) tinha taxa de 12,30%, ante 12,19%.

Agência Estado

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