Subiu
Ibovespa
Desceu
Bradesco PN

Enxugada
O feriado do Memorial Day nos EUA enxugou a liquidez na Bovespa e o giro doméstico teve seu pior desempenho desde o final de 2011. A trajetória das ações, no entanto, acompanhou o sinal positivo da Europa e o Ibovespa voltou a encostar nos 53 mil pontos, puxado por Petrobras e Vale.

Em alta
O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,58%, aos 52.932,91 pontos. Na mínima, registrou 52.650 pontos (+0,04%) e, na máxima, 53.044 pontos (+0,79%). No mês, acumula ganho de 2,53% e, no ano, de 2,77%. O giro financeiro totalizou R$ 2,162 bilhões, o patamar mais baixo desde 26 de dezembro de 2011 (R$ 1,285 bilhão). Petrobras ON avançou 1,08%, PN, 0,90%, Vale ON, 1,16%, e Vale PNA, 0,45%.

Destaque
No setor siderúrgico, CSN ON foi o grande destaque, com ganho de 3,69%, a segunda maior do Ibovespa. Gerdau PN, +1,33%, Metalúrgica Gerdau PN, +1,16%, Usiminas PNA, +0,24%. No setor financeiro, Bradesco PN recuou 0,40% e Itaú Unibanco PN, 0,31%.

Na Europa
Na Europa, as bolsas subiram, impulsionadas pelo alívio dos investidores com o resultado das eleições na Ucrânia e no Parlamento Europeu, realizadas no fim de semana. Os mercados também foram esvaziados pelos feriados no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Dólar
O dólar fechou praticamente estável ante o real ontem, depois de ter operado em queda durante boa parte da sessão. A moeda virou e chegou a subir após os dados da balança comercial na quarta semana de maio, que mostraram um forte deficit e reverteram a tendência de saldo positivo que vinha sendo registrada este mês. Mesmo assim, o movimento não durou muito e o dólar voltou a apresentar leve queda no fim da sessão. O dólar à vista no balcão terminou o pregão cotado a R$ 2,2240, estável. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 388,51 milhões. No mercado futuro, o dólar para junho avançava 0,04%, a R$ 2,2275. O volume de negócios era de quase US$ 4,19 bilhões.

Juros
Os juros futuros ficaram de lado ontem, em um dia de liquidez bastante baixa, em função dos feriados nos EUA e em Londres. Sem o mercado de Treasuries para fornecer direção, as taxas acompanharam basicamente o dólar. Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para julho de 2014 (11.250 contratos) estava em 10,829%, de 10,830% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (31.000 contratos) marcava 10,90%, de 10,89% no ajuste de sexta-feira. Na ponta mais longa da curva de juros, o DI para janeiro de 2017 (21.700 contratos) apontava 11,81%, exatamente no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 (5.550 contratos) registrava 12,19%, também igual ao ajuste de sexta-feira.

Agência Estado

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