MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ibovespa
Desceu
Juros futuros
Subida
A Bovespa subiu mais de 1% no fim da sessão de ontem, ajudada pelas ações da Petrobras, que aceleraram os ganhos na reta final dos negócios, e pelo avanço dos papéis da Vale e de bancos desde o início do dia. O Ibovespa terminou com alta de 1,15%, aos 52.806,22 pontos. Na máxima da sessão, o índice atingiu 52.851 (+1,24%) e, na mínima, 52.133 pontos (-0,14%). O volume de negócios totalizou R$ 5,730 bilhões, segundo dados preliminares. No ano, a bolsa acumula alta de 2,52% e no mês, ganho de 2,29%.
Movimento
Na reta final do pregão, as ações se firmaram em alta e aceleraram os ganhos, ajudando a fortalecer o desempenho do Ibovespa. No fim da sessão, as ações PN e ON da Petrobras fecharam com alta de 1,09% e 0,61%, respectivamente. Vale ON (+1,56%) e Vale PNA (+1,68%). No setor financeiro, Banco do Brasil ON (+3,54%), Bradesco PN (+1,03%) e Itaú Unibanco PN (+1,23%).
Sinal
O sinal positivo das bolsas de Nova York contribuiu também para o sentimento positivo no mercado doméstico. O apetite por risco em Wall Street foi impulsionado principalmente pelo índice PMI de atividade industrial dos EUA, que subiu a 56,2 em maio, de 55,4 em abril. O índice Dow Jones avançou 0,06%, o S&P 500, 0,24%, e o Nasdaq, 0,55%.
Dólar
O dólar fechou em alta ontem, ajudado por declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sobre a demanda menor pelo programa de leilões de swaps cambiais. O avanço da moeda no exterior devido a dados da atividade industrial e do setor imobiliário dos EUA, também contribuiu para a valorização no Brasil. Os ganhos do dólar foram mantidos durante toda a sessão e, à tarde, a moeda renovou máximas, em sintonia com o fortalecimento do dólar ante o euro e o iene. No fim do dia, a moeda subiu 0,32%, para R$ 2,2160, no balcão. O giro total na clearing de câmbio era de US$ 1,058 bilhão, sendo US$ 992 milhões com liquidação em dois dias úteis (D+2). O dólar para junho tinha alta de 0,25%, a R$ 2,2200.
Juros
As taxas de juros futuras terminaram o dia em baixa, à medida que o mercado consolidou as apostas de que o BC manterá a Selic em 11% na sua reunião prevista para a próxima semana. No término do pregão regular na BM&FBovespa, o DI para julho de 2014 tinha taxa de 10,827% (161.410 contratos negociados), de 10,837% na véspera. O DI para janeiro de 2015 tinha taxa de 10,89% (97.565 contratos), de 10,92% no ajuste de ontem. Entre os vencimentos mais longos, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 11,81% (374.590 contratos), de 11,91% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2021 projetava taxa de 12,17% (49.035 contratos), de 12,21%.
Agência Estado





