Subiu
Dow Jones
Desceu
Ibovespa

Em queda
A Bovespa terminou a sessão de ontem, em queda, contrariando o sinal positivo registrado pelas bolsas dos EUA. O declínio da bolsa doméstica foi favorecido por uma realização de lucros, após os ganhos registrados recentemente. O Ibovespa fechou em queda de 1,15%, a 53.353,10 pontos. Na máxima do dia, a bolsa atingiu 53.991 pontos (+0,03%) e na mínima, 53.267 pontos (-1,31%). No mês, o Ibovespa acumula alta de 3,35% e no ano, avanço de 3,58%. O volume de negócios totalizou R$ 8,707 bilhões, segundo dados preliminares.

Movimento
Vale PNA terminou com queda de 3,30% e Vale ON caiu 3,06%. Gerdau PN (-2,17%), CSN (-2,57%) e Usiminas PNA (-1,73%). Petrobras ON (-0,41%) e Petrobras PN (-0,61%). Apesar do fim do exercício de opções e da melhora das bolsas dos EUA durante a tarde, o Ibovespa manteve o declínio de mais de 1% até o fim do pregão. O exercício de contratos de opções sobre ações movimentou ontem no segmento Bovespa, R$ 3,08 bilhões, dos quais R$ 2.377.594.763,85 em opções de compra e R$ 708.203.467,00 em opções de venda, informou a BM&FBovespa.

Nos EUA
Em Nova York, o índice Dow Jones fechou com alta de 0,12%, o S&P 500 subiu 0,38% e o Nasdaq avançou 0,86%. O presidente do Federal Reserve de Dallas, Richard Fisher, afirmou ontem que o Brasil desperdiçou uma "enorme oportunidade" criada pelas políticas de relaxamento monetário do Federal Reserve. Segundo ele, o País não soube usar o dinheiro fácil do banco central americano de forma eficiente.

Dólar
O dólar fechou a sessão em queda em relação ao real ontem, pressionado pelos leilões de swaps cambiais do Banco Central, diante do baixo giro de negócios e da ausência de indicadores econômicos de peso no Brasil e no exterior. O dólar à vista fechou em R$ 2,2080 (-0,23%) no mercado de balcão. O volume de negócios somava R$ 651 milhões, sendo 631 milhões em D+2. No mercado futuro, o dólar para junho recuava 0,40%, a R$ 2,2155.

Juros
As taxas de juros futuras fecharam a sessão de ontem em leve queda, pressionadas pela segunda prévia de maio do IGP-M, que mostrou deflação, e pelo recuo do dólar ante o real. Os números fracos da inflação reforçaram as expectativas de que o Banco Central manterá a Selic em 11% na sua próxima reunião. No fim da sessão regular do mercado de juros, a taxa do contrato para janeiro de 2014 fechou em 10,849%, de 10,855% no ajuste anterior; a taxa do contrato para janeiro de 2015 terminou em 10,95%, de 10,96%; o DI para janeiro de 2017 projetava taxa de 12,00%, de 12,05%; o DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,31%, de 12,33% no ajuste de sexta-feira.

Agência Estado

mockup